sexta-feira, 11 de maio de 2012
Conheça as oportunidades e saiba como continuar ativamente no mercado após os 50
Quem disse que aos 50 é hora de começar a pensar em aposentar-se? De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a composição de pessoas ocupadas está ficando mais concentrada nas faixas maduras, acima dos 50 anos de idade. De acordo com o Instituto, entre 2001 e 2009, houve um incremento de quase quatro pontos percentuais de trabalhadores com mais de 50 anos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas principais capitais do país 30,1% da população economicamente ativa já chegou à maturidade. Mas então, onde estão essas vagas?
Foi-se o tempo em que se acreditava que pessoas com 50, 60, 70 anos de idade estavam em tempo de aposentar a caneta. De acordo com Almir Zampolo, do Centro Universitário do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), "há uma grande parcela de pessoas com mais de 50 anos que exercem cargos de gestão, executivos, gerentes, entre outros, em empresas e organizações de diversos setores, como também estão inseridos nas atividades de ensino desenvolvendo cargos de gestão escolar e professores universitários, nas áreas do comércio e de prestação de serviços de maneira geral". A vice-presidente nacional da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Elaine Saad, completa dizendo que "o que está acontecendo é que nos últimos anos o mercado de trabalho abriu para essas pessoas. Por trazerem uma experiência pregressa muito boa, são muito requisitadas em cargos de liderança".
Algumas pessoas nessa faixa etária, no entanto, ainda podem reclamar de dificuldades para conseguir um novo emprego. Almir diz que "não é correto afirmar que pessoas mais velhas têm dificuldades em conseguir um novo emprego sem analisarmos a formação e a qualificação dessa pessoa ao longo de sua trajetória profissional. Se uma pessoa mais velha estiver preparada para o mercado, isto é, atualizada e com os conhecimentos, habilidades e atitudes conectadas com as mudanças, muito provavelmente essa pessoa terá alto grau de empregabilidade". Para Elaine, "a dificuldade que eles podem sentir talvez esteja na escolha da concorrência. Não adianta concorrer a cargo de empresa que necessita de gente mais jovem. Antes de tudo, é preciso entender que a necessidade da empresa, fazer uma busca inteligente dos melhores lugares para enviar o currículo e concorrer a uma vaga".
Para as empresas, contratar um trabalhador com mais de 50 pode ser extremamente vantajoso – e muitas já percebem isso. Segundo Almir, "as vantagens podem ser: profissional com bastante experiência na sua área de atuação, experiência de vida e inteligência para lidar com situações diversas e com pessoas de forma geral, experiência em organizações e seu funcionamento, obedece mais a hierarquia organizacional, pode compartilhar conhecimento adquirido com outras pessoas da mesma área (gestão de conhecimento), entre outras. Mas é bom lembrar que a pessoa nessa idade, para manter seu grau de empregabilidade, deve se atualizar sempre. Dessa forma, ela sempre terá novas oportunidades de novas propostas de emprego".
Se você tem mais de 50 e está buscando um novo emprego ou um cargo melhor, oportunidade é o que não falta. Para te ajudar nessa saga, a vice-presidente da ABRH-Nacional, Elaine Saad, preparou seis dicas que você não pode deixar de seguir. Veja:
1. A pessoa acima de 50 anos deve entender que o mercado mudou. Ela deve ter postura mais dinâmica e aberta para buscar o mercado, muito mais do que há alguns anos. Ela deve entender que o mercado de trabalho está mais receptivo para elas. É hora de aproveitar.
2. Se puder trabalhar numa atividade na qual já tenha prática, é melhor. Algumas pessoas querem começar em atividades diferentes, para diversificar, mas eu não recomendo fazer isso. As empresas valorizam a experiência em alguma coisa. É bom ficar na mesma área, há chance maior de se colocar.
3. Estabelecer o que é prioritário no momento. Na hora da conversa com o entrevistador, colocar o que você espera do trabalho. O que quer e não quer mais lidar no trabalho. Você pode optar por não querer mais trabalhar em um local distante de casa ou não fazer mais viagens ou não passar mais o dia ao telefone. Você deve estabelecer essas prioridades e tê-las bem claras.
4. Possibilidade de adotar para tipos de oportunidades que podem surgir. A pessoa que trabalhou nos últimos 20 anos naquele feijão com arroz pode receber oferta de trabalho mais inovadora, diferente. E a empresa deve poder enxergar nela alguém que pode executar aquela nova tarefa. Mas, para isso, ela tem que estar aberta para ouvir as necessidades da empresa e se adaptar.
5. As áreas que mais contratam pessoas com mais de 50 anos são: Call Center (especialmente para lidar com pessoas da mesma idade), atendimento (principalmente em shopping centers, pois elas têm mais paciência e experiência na hora de lidar com o público) e como líder (algumas empresas procuram líderes dessa idade, pois enxerga-se neles uma habilidade maior de desenvolver os 'jobs' (trabalhos).
6. O currículo de uma pessoa com mais de 50 é bastante igual aos outros. Mas é importante não esconder a idade, pois, às vezes, a empresa procura pessoa de mais idade. O currículo deve ser funcional, com área de atuação, interesse e histórico de trabalho.
Portal Mais de 50
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Carta de Princípios 2012 da Universidade Presbiteriana Mackenzie:
TEMA: "Universidade, Educação e Corrupção".
INTRODUÇÃO
Um dos temas que tem dominado o cenário brasileiro em anos recentes é a questão da corrupção. O termo tem sido usado pela mídia e população em geral para se referirem ao desvio de dinheiro público, irregularidades graves no emprego de verbas governamentais, desvio de funções para vantagens pessoais por parte de servidores públicos, falseamento da verdade para ganhos ilícitos, acordos subterrâneos e pactos ocultos, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e outras atitudes e atividades ilegais, imorais e injustas.
Diante desse cenário, é importante destacar o entendimento cristão quanto às causas e consequências da corrupção, bem como as atitudes possíveis de combatê-la. Esse é o tema desta Carta de Princípios 2012 da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
CORRUPÇÃO: ORIGENS E ASPECTOS
Definindo a corrupção
O sentido próprio do termo é deterioração ou apodrecimento. Os sentidos secundários derivam dessa ideia original. Toda vez que alguém deixa de cumprir o seu dever estabelecido diante de pessoas, instituições e até mesmo ideais - por interesse próprio ou de terceiros - ocorre a corrupção.
Quase sempre associamos a corrupção aos ambientes estatais. Já em 2005, conforme notícia publicada no Financial Time, o então presidente da Controladoria Geral da União do Brasil, Waldir Pires, afirmava que mais de 20% dos gastos públicos no país são perdidos para a corrupção, o que, somente em 2004, correspondeu a mais de R$ 18,5 bilhões. A mesma reportagem dava conta de que, em auditorias realizadas pela CGU em 741 dos 5.500 municípios brasileiros, escolhidos aleatoriamente, foram descobertas irregularidades graves em 90% deles e algum tido de irregularidade em todos eles.(1) Os números atuais da corrupção certamente superam esses dados.
Todavia, a corrupção ocorre também na esfera particular. Há práticas corruptas ao nosso redor, inclusive em nossas próprias ações. Por exemplo: existência de “caixa dois” em empresas, uso de pessoas como “laranjas” em negócios irregulares, compra e venda de produtos pirateados, uso de “softwares” baixados sem permissão dos seus proprietários, pedido e/ou concessão de notas em atividades escolares, com base em amizades ou outra forma de relacionamento. Por isso, o conhecido “jeitinho” brasileiro é, em uma análise objetiva e séria, simplesmente corrupção.
Os efeitos da corrupção
A corrupção pode parecer ter um lado bom, especialmente para os aparentemente “beneficiados” por ela, contudo não podemos fechar os olhos para o grande mal que ela traz para a sociedade. A corrupção é fator de injustiça social, porque tira os direitos de muitos, impede o desenvolvimento justo e equânime dos cidadãos, produz um efeito cascata que começa no topo e corrompe a população como um todo, anestesia a consciência, afronta a lei e promove a impunidade.
Ela também frustra a motivação dos que buscam as recompensas materiais por meios legítimos de conduta, visto o enriquecimento questionável e rápido de alguns. Além disso, não raramente, a rede de ações corruptas se vale de atitudes violentas para acobertar suas mazelas. Portanto, nada há que realmente justifique a corrupção.
As causas da corrupção
Cremos ser importante refletir sobre as causas da corrupção, pois quando elas são identificadas, há condições de se buscar o remédio adequado.
Geralmente as fragilidades da estrutura político-jurídico-financeira são responsabilizadas como a causa da corrupção estatal. O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, disse em pronunciamento durante um evento em 2011 que a corrupção no país decorre principalmente do financiamento privado de campanhas e de partidos, do sistema eleitoral, dos meandros da elaboração do orçamento público e impunidade garantida pelas leis processuais penais.(2)
Embora existam causas externas para a corrupção, não se pode negar que o problema reside, em última análise, no coração das pessoas. A fé reformada vê o próprio coração dos homens como a origem primária da corrupção. A Bíblia afirma que não há sequer uma pessoa justa neste mundo. “Todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Jesus Cristo disse que é do coração das pessoas que procedem “maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mateus 15.19-20).
Na análise feita pela sociedade, é possível perceber a insuficiência de éticas humanistas reducionistas, que analisam apenas aspectos sociológicos e políticos da corrupção. Como resultado, as propostas de “redenção” contemplam apenas medidas repressivas, melhorias na educação, uma melhor legislação, as propostas de determinado partido político ou candidato.
Tais medidas, mesmo sendo necessárias e boas, deixam de contemplar a dimensão pessoal do problema: egoísmo, maldade, avareza, inveja e cobiça.
O protestantismo reformado prega uma conversão interior dos governantes e dos governados a Deus e conclama que todos se arrependam do mal e pratiquem obras de justiça.
Por que a corrupção continua e se fortalece?
Podemos pensar em várias respostas para essa pertinente indagação. A primeira é a sua banalização. Existe hoje maior divulgação dos casos de corrupção e da impunidade dos corruptos que no passado. Ao que parece, isso tem levado a sociedade a certo grau de indiferença quanto à sua gravidade.
Como consequência prática, a luta contra esse mal chega a parecer um trabalho inútil.
Em segundo, existe uma sensação pessoal de culpa, a qual leva à cumplicidade e, portanto, ao silêncio. Apesar de as pessoas condenarem os políticos e empresários corruptos, muitas delas também praticam a corrupção na vida pessoal, como, por exemplo, transgredindo as leis dos direitos autorais, praticando o suborno, driblando a legislação tributária, entre outros.
Pelas causas acima, a corrupção acaba sendo vista e consagrada como “um mal sem remédio”. Isso favorece sua prática, alimenta os males que ela gera, conserva a impunidade e fomenta a permanência desse nocivo tipo de atividade. Nas palavras de João Calvino, “a impunidade é a mãe da libertinagem”.(3)
O combate à corrupção
Apesar de estar tão profundamente enraizada no ser humano e na sociedade, a corrupção tem sido combatida em todas as épocas. Nas palavras de Celso Barroso, “tão antiga quanto à corrupção é a luta contra ela; em toda parte se dá valor à integridade, e sempre se deu. Podemos desrespeitar os valores morais, porém não chegamos a negá-los”.(4)
Segundo a visão cristã de mundo, a razão pela qual os seres humanos não conseguem conviver tranquila e passivamente com a corrupção é porque foram criados à imagem de Deus e porque Deus ainda age neste mundo.
Essa ação de Deus no mundo em geral é chamada de graça comum (concedida a todos). Segundo esse conceito, Deus abençoa toda a humanidade com virtudes e qualidades, independentemente das convicções religiosas das pessoas. Além disso, Deus instituiu os governos não somente para promover a justiça e o bem comum, mas também para punir os malfeitores e os corruptos (Romanos 13).
No Brasil, os principais órgãos responsáveis pelo combate à corrupção estatal, em todos os aspectos, são o Tribunal de Contas da União (TCU) - principal órgão de fiscalização do dinheiro e dos bens públicos, e a Controladoria Geral da União (CGU), órgão que responde pelo Brasil perante a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção e, com exposição recente mais ampla, o Conselho Nacional de Justiça (CJN), que aflorou o fato de que, infelizmente, nem mesmo os nossos juízes estão imunes à corrupção e seus efeitos danosos.
O combate à corrupção, todavia, cabe também à população. A sociedade deve agir e cobrar medidas públicas contra a corrupção. É preciso reafirmar o repúdio a essa prática, enfatizar a necessidade de transparência nas contas públicas, apoiar as iniciativas civis no combate aos desmandos e promover a ética no trato das questões públicas. Na esfera eclesiástica, em que deveria estar o exemplo, é preciso também repudiar as práticas financeiras desonestas de muitas igrejas.
Diante desse necessário combate, encontramos o papel das universidades confessionais.
O PAPEL DA UNIVERSIDADE CONFESSIONAL
Uma instituição de ensino que se pauta pelos princípios da visão cristã de mundo poderá contribuir de diversas maneiras para que a corrupção seja pelo menos reduzida. Com relação às causas externas, deve incluir o ensino e a transmissão de valores cristãos, tais como: honestidade, integridade, verdade, justiça e amor ao próximo. Somos responsáveis por uma boa mordomia dos recursos que Deus nos confiou.
Esse papel de integração da ética à academia é algo que vem sendo reconhecido até nas instituições de ensino superior sem características confessionais, por razões meramente realistas e práticas. Uma reitora, no contexto da crise europeia, que desde 2008 assola o velho mundo, chamou a atenção das universidades para a falta de ética e a aplicação deficiente de práticas saudáveis de negócios. Ela declarou que todos os operadores do sistema financeiro frequentaram os bancos universitários e provocou o incômodo questionamento: será que não falta maior ênfase na ética de negócios, em nossos currículos? Segundo a reitora, “as instituições têm que assumir a sua quota de ensinamento pela vivência de valores que devem reger uma sociedade de bem”.(5)
Nesse caminho, como instituição confessional, devemos ter um interesse redobrado sobre o entrelaçamento da ética com a formação acadêmica, como uma das armas contra a corrupção de nossa sociedade.
Com relação à causa interna, que é a corrupção da mente e do coração humanos, a instituição confessional cristã deve sempre lembrar aos seus alunos que somos responsáveis por nossos atos e que não podemos responsabilizar a sociedade, o governo e os outros pelos nossos desvios de conduta. Por fim, deve anunciar, sempre respeitando a consciência de todos, que Deus, em Jesus Cristo, nos oferece perdão pelos nossos desvios e uma mudança interior, dando-nos uma nova orientação e esperança na vida, tendo como alvo amar ao próximo e a Deus. Cultivamos, assim, uma expectativa realista de mudança sabendo que o nosso trabalho não é vão diante de Deus.
CONCLUSÃO
O cristianismo reconhece que não é possível a existência de uma sociedade que seja completamente isenta da corrupção. A nossa esperança é o mundo vindouro, escatológico, a ser inaugurado com o retorno de Jesus Cristo, quando as causas da corrupção serão removidas para sempre. O que não significa que não devamos, com todas as nossas forças, lutar para que os valores do Reino de Deus sejam implantados aqui neste mundo, por meio de uma boa educação integral, que contemple não somente a formação intelectual e profissional, como também a formação de cidadãos éticos e compromissados com os valores morais que servem de base para famílias e sociedades sólidas e justas.
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie
NOTAS
1. Cf. Financial Times, 25 de abril de 2005.
2. www.cgu.gov.br/imprensa/Noticias/2011/noticia22511.asp (acesso em 23/01/2012).
3. CALVINO, João. Exposição de Efésios. São Paulo: Parakletos, 1998, p.186.
4. LEITE, Celso Barroso. Sociologia da Corrupção. Rio de Janeiro: Zahar, 1987, p. 16
5. “As Universidades Têm Um Papel em Minimizar os Efeitos da Crise”, artigo/entrevista de Madalena Queirós, com a Reitora da Universidade de Aveiro, Helena Nazaré, de 17.02.2009, disponível em: economico.sapo.pt/noticias/as-universidades-tem-um-papel-em-minimizar--os-efeitos-da-crise_3843.html , acessado em 22.04.2009.
domingo, 15 de abril de 2012
A VOCÊ, MULHER, IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS.
Mulher! Na concepção de Aurélio Buarque de Holanda é “ser humano do sexo feminino”. Segundo Michaelis é “dama, madame”.
Mulher! Segundo o escritor francês Honoré de Balzac , é “a sensibilidade que norteia os sentidos”
Mulher! Segundo outros, é sinônimo de maternidade, ousadia, coragem, trabalho, competência, capacidade, independência, conquistas, equilíbrio, consciência.
Mulher! Na concepção de muitos, também é sinônimo de doçura, sensibilidade, ternura, fragilidade, meiguice, feminilidade, dependência, sensatez, serenidade, paciência...
Mulher! Para outros, porém, é sinônimo de incompetência, burrice, Amélia, dona de casa, esposa, mãe, memória desativada, TPM, um verdadeiro livro de matemática.
Mulher! Palavra que enche o espaço, que encanta e declama, que descortina, que abre, que muda, que transforma, que preenche, que causa furor e torpor...
Mas Mulher, segundo o seu Criador, é “... à sua imagem, à imagem de Deus que a criou”.
Os anais da história revelam o significativo crescimento desse ser. Crescimento marcado por lutas e vitórias, por perdas e ganhos, por crises e soluções. Estigmas foram criados, conflitos foram travados, histórias foram escritas, conceitos foram mudados, valores foram repensados. Revelam a libertação constante do jugo que sobre ela tem estado e ainda permanece. Revelam também afirmações incontestáveis sobre o seu valor, sua dignidade, seu espaço no mundo e nos sonhos humanos. Em todas as raças, culturas, línguas e nações, a mulher exala a sua essência, mesmo em meio ao universo subversivo dos preconceitos. Através de escritos, foram reveladas marcas indeléveis, que proporcionaram liberdade de expressão, de sentimentos e de valor.
Ainda revelam os anais da história, surgimentos de movimentos denominados feministas, que trouxeram e têm trazido conseqüências positivas e negativas, em razão de terem sido objetivadas e espoliadas durante milhares de anos. Revelam gritos sufocados e alegrias reprimidas.
A história universal conhece e reconhece o valor de mulheres que, através das suas lutas, contribuíram com suas culturas e influenciaram suas gerações, bem como mulheres que marcaram suas épocas com comportamentos indignos de serem tomados como padrão. A história também foi construída com mulheres que não temeram revelar seus queixumes, suas angústias, seus medos, seus traumas, seus deslizes, seus problemas conjugais, suas experiências espirituais, suas mais profundas emoções, que transformaram as vidas de suas semelhantes, bem como as vidas daqueles dos quais elas foram formadas.
Mulheres notáveis, admiráveis e especiais. Mulheres que ficaram gravadas, nas páginas do Livro mais contextualizado dos séculos e das gerações, a Bíblia Sagrada. Histórias que causam ações e reações, porque foram oriundas da inspiração d’Aquele que conhece sua intrigada psicologia.
Guerra dos sexos! Tema de novela, tema da vida real. Guerra fria, Guerra inevitável. Conseqüência dos “ismos”, caracterizadores de repúblicas.
Guerra que quebra paradigmas, que separa famílias, que destrói amigos, que limita crescimento, que gera sentimentos mesquinhos, que forma caracteres medíocres.
Guerra que suscita competições, que provoca atitudes inconseqüentes, que inflama desejos, que desvirtua sentidos.
Guerra que causa espanto, que desperta admiração, curiosidades, dúvidas, medos, atitudes, que arranca suspiros, que desbrava espaços...
Mulher e Homem, homem e mulher, distintos, porém indispensáveis. Ambos são devedores; ambos são iguais; ambos são partes essenciais; ambos com seus “mundos”, com suas peculiaridades, porém sem perder suas semelhanças.
Mulher e Homem, homem e mulher nada são por si só, pois por si só não existiriam; por si só não causariam diferenças e contrastes; por si só não sobreviveriam; por si só não haveria razão de sua criação.
Mulher e Homem, homem e mulher, perante o coração do Criador ocupam idênticas posições e os mesmos espaços. Não há acepção, mas há uma forma “sui generis”, ímpar e singular de lidar, pois Jesus Cristo veio acabar com as segregações, as explorações e os preconceitos existentes entre os variados níveis das relações humanas.
“Criou Deus, pois o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27)
A imagem de Deus está presente na mulher do mesmo modo que no homem. Mulher e Homem, homem e mulher são nivelados na sua capacidade de percepção de Deus. São iguais e diferentes. Iguais no geral e diferentes nos detalhes. No entanto, essas diferenças são a sua maior fonte de integração. São imperativos do mundo e fonte de beleza. Cada um tem dado suas contribuições especiais ao mundo, mesmo que expressadas de maneiras diferentes, para saírem da monotonia previsível. Essa diferença foi, é e sempre será o tempero desses comportamentos que os tornam tão fascinantes.
Mulher e Homem, homem e mulher podem ser exemplificados como rios caminheiros de ignorada mensagem. Quando acompanhados, temos a curiosidade de descobrir seus estranhos e enigmáticos segredos. Muitas vezes, não sabemos entendê-los: ora se fecham em murmúrios, pondo-se a sofrer e a chorar, em sons indecifráveis. Rugem, de quando e quando, e depois se ameigam, em suave e brando murmurinho. Agitados, outras vezes, espumam o furor, e a seguir, se aquietam em surdina. Seguem assim e vão, contraditórios e incompreendidos, recebendo no ninho dos corações o calor dos dias e o frio das noites, e a refletir felizes e amargurados, nos rostos movediços, o fulgor do sol e o brilho das estrelas. Chegando sempre aos seus destinos.
Mulher e Homem, homem e mulher são pousos que se abrigam, para recuperarem as forças esgotadas, provocadas por adustos areais, em longas caminhadas.
MULHERES! Sejamos hoje, diante de nós e diante dos homens, somente aquilo que as Escrituras Sagradas nos afirmam e nos ensinam.
Nós mulheres, somos parte do projeto da Criação, da manifestação graciosa do amor de Deus, da montagem da história, do serviço em prol do Reino, para eternidade em Jesus Cristo.
João Pessoa (PB), 08 de março de 2012.
Por Djane Faustino
Djane é Advogada e o mais importante: erva do Deus Altíssimo.
Mulher! Na concepção de Aurélio Buarque de Holanda é “ser humano do sexo feminino”. Segundo Michaelis é “dama, madame”.
Mulher! Segundo o escritor francês Honoré de Balzac , é “a sensibilidade que norteia os sentidos”
Mulher! Segundo outros, é sinônimo de maternidade, ousadia, coragem, trabalho, competência, capacidade, independência, conquistas, equilíbrio, consciência.
Mulher! Na concepção de muitos, também é sinônimo de doçura, sensibilidade, ternura, fragilidade, meiguice, feminilidade, dependência, sensatez, serenidade, paciência...
Mulher! Para outros, porém, é sinônimo de incompetência, burrice, Amélia, dona de casa, esposa, mãe, memória desativada, TPM, um verdadeiro livro de matemática.
Mulher! Palavra que enche o espaço, que encanta e declama, que descortina, que abre, que muda, que transforma, que preenche, que causa furor e torpor...
Mas Mulher, segundo o seu Criador, é “... à sua imagem, à imagem de Deus que a criou”.
Os anais da história revelam o significativo crescimento desse ser. Crescimento marcado por lutas e vitórias, por perdas e ganhos, por crises e soluções. Estigmas foram criados, conflitos foram travados, histórias foram escritas, conceitos foram mudados, valores foram repensados. Revelam a libertação constante do jugo que sobre ela tem estado e ainda permanece. Revelam também afirmações incontestáveis sobre o seu valor, sua dignidade, seu espaço no mundo e nos sonhos humanos. Em todas as raças, culturas, línguas e nações, a mulher exala a sua essência, mesmo em meio ao universo subversivo dos preconceitos. Através de escritos, foram reveladas marcas indeléveis, que proporcionaram liberdade de expressão, de sentimentos e de valor.
Ainda revelam os anais da história, surgimentos de movimentos denominados feministas, que trouxeram e têm trazido conseqüências positivas e negativas, em razão de terem sido objetivadas e espoliadas durante milhares de anos. Revelam gritos sufocados e alegrias reprimidas.
A história universal conhece e reconhece o valor de mulheres que, através das suas lutas, contribuíram com suas culturas e influenciaram suas gerações, bem como mulheres que marcaram suas épocas com comportamentos indignos de serem tomados como padrão. A história também foi construída com mulheres que não temeram revelar seus queixumes, suas angústias, seus medos, seus traumas, seus deslizes, seus problemas conjugais, suas experiências espirituais, suas mais profundas emoções, que transformaram as vidas de suas semelhantes, bem como as vidas daqueles dos quais elas foram formadas.
Mulheres notáveis, admiráveis e especiais. Mulheres que ficaram gravadas, nas páginas do Livro mais contextualizado dos séculos e das gerações, a Bíblia Sagrada. Histórias que causam ações e reações, porque foram oriundas da inspiração d’Aquele que conhece sua intrigada psicologia.
Guerra dos sexos! Tema de novela, tema da vida real. Guerra fria, Guerra inevitável. Conseqüência dos “ismos”, caracterizadores de repúblicas.
Guerra que quebra paradigmas, que separa famílias, que destrói amigos, que limita crescimento, que gera sentimentos mesquinhos, que forma caracteres medíocres.
Guerra que suscita competições, que provoca atitudes inconseqüentes, que inflama desejos, que desvirtua sentidos.
Guerra que causa espanto, que desperta admiração, curiosidades, dúvidas, medos, atitudes, que arranca suspiros, que desbrava espaços...
Mulher e Homem, homem e mulher, distintos, porém indispensáveis. Ambos são devedores; ambos são iguais; ambos são partes essenciais; ambos com seus “mundos”, com suas peculiaridades, porém sem perder suas semelhanças.
Mulher e Homem, homem e mulher nada são por si só, pois por si só não existiriam; por si só não causariam diferenças e contrastes; por si só não sobreviveriam; por si só não haveria razão de sua criação.
Mulher e Homem, homem e mulher, perante o coração do Criador ocupam idênticas posições e os mesmos espaços. Não há acepção, mas há uma forma “sui generis”, ímpar e singular de lidar, pois Jesus Cristo veio acabar com as segregações, as explorações e os preconceitos existentes entre os variados níveis das relações humanas.
“Criou Deus, pois o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27)
A imagem de Deus está presente na mulher do mesmo modo que no homem. Mulher e Homem, homem e mulher são nivelados na sua capacidade de percepção de Deus. São iguais e diferentes. Iguais no geral e diferentes nos detalhes. No entanto, essas diferenças são a sua maior fonte de integração. São imperativos do mundo e fonte de beleza. Cada um tem dado suas contribuições especiais ao mundo, mesmo que expressadas de maneiras diferentes, para saírem da monotonia previsível. Essa diferença foi, é e sempre será o tempero desses comportamentos que os tornam tão fascinantes.
Mulher e Homem, homem e mulher podem ser exemplificados como rios caminheiros de ignorada mensagem. Quando acompanhados, temos a curiosidade de descobrir seus estranhos e enigmáticos segredos. Muitas vezes, não sabemos entendê-los: ora se fecham em murmúrios, pondo-se a sofrer e a chorar, em sons indecifráveis. Rugem, de quando e quando, e depois se ameigam, em suave e brando murmurinho. Agitados, outras vezes, espumam o furor, e a seguir, se aquietam em surdina. Seguem assim e vão, contraditórios e incompreendidos, recebendo no ninho dos corações o calor dos dias e o frio das noites, e a refletir felizes e amargurados, nos rostos movediços, o fulgor do sol e o brilho das estrelas. Chegando sempre aos seus destinos.
Mulher e Homem, homem e mulher são pousos que se abrigam, para recuperarem as forças esgotadas, provocadas por adustos areais, em longas caminhadas.
MULHERES! Sejamos hoje, diante de nós e diante dos homens, somente aquilo que as Escrituras Sagradas nos afirmam e nos ensinam.
Nós mulheres, somos parte do projeto da Criação, da manifestação graciosa do amor de Deus, da montagem da história, do serviço em prol do Reino, para eternidade em Jesus Cristo.
João Pessoa (PB), 08 de março de 2012.
Por Djane Faustino
Djane é Advogada e o mais importante: erva do Deus Altíssimo.
domingo, 25 de março de 2012

Quem mente, rouba!
Era assim que me corrigiam na infância quando era pego em alguma mentira. A pedagogia de ser comparado a um ladrão era pavorosa, porque remetia à possibilidade de ser preso, publicamente exposto e envergonhado.
No entanto, só foi como adulto que descobri que o problema da mentira é mais sério e profundo do que eu imaginava. Não era um deslize cometido pelos lábios. Era uma falha de caráter.
São tantas as sutilezas e nuances da mentira que ocupam páginas inteiras de termos correlatos e derivados em qualquer dicionário.
Por exemplo, ter o propósito, mesmo falando a verdade, de dar uma falsa impressão ou de levar alguém a uma falsa conclusão é mentira, assim como é mentira ir aquém – omissão – ou ir além – exagero – da verdade com o propósito de enganar.
Mentira não é um mau hábito apenas, nem um comportamento social reprovável – infelizmente, nem tanto na atualidade! – mas algo enraizado na natureza pecaminosa do ser humano. A mentira habita em nós!
O nono mandamento proíbe a mentira no contexto de falso testemunho “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” (Êxodo 20:16), demonstrando o quanto Deus detesta a mentira: “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor; mas os que praticam a verdade são o seu deleite.” (Provérbios 12:22).
Isto chega a ponto de Ele excluir da sua presença os que amam e praticam a mentira (Apocalipse 22:15), pois “o que usa de fraude não habitará em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos” (Salmos 101:7).
A mentira nos faz andar de mãos dadas com o diabo, o pai e inventor da mentira (João 8:44) e, por conseguinte, somos afastados de Deus correndo o risco de um abismo chamar outro abismo, porque a mentira tem perna curta e tudo quanto é feito às ocultas, será revelado (Mateus 10:26), inclusive os segredos do nosso coração (Romanos 1:16).
Portanto, a mentira prejudica a nós mesmos, agora ou mais tarde, e também aos outros, conforme Efésios 4:25 “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.”
Acima de tudo, a mentira revela a quem amamos e valorizamos mais na vida.
Se ao Deus verdadeiro que “ama a verdade no íntimo” (Salmo 51:6) e é glorificado quando somos verdadeiros em palavras, atitudes e propósitos em tudo e sobre tudo.
Ou se a nós mesmos que, a pretexto de proteger o nosso frágil “eu”, preferimos dar uma falsa impressão, evitando o flagrante da nossa inverdade e tantas outras manifestações da mentira que habita em nós.
A mentira só tem um remédio: é a crucificação do “eu” pela obra de Cristo em nós, porque é o “eu” que tentamos proteger quando mentimos.
Viver como cristão significa que “já estou crucificado com Cristo, e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou por mim”.
Outra forma de ver este processo de santificação é quando o apóstolo Paulo exorta: “Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos, e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.” (Efésios 4:25).
Há uma revestimento que a gente usa por dentro: a verdade.
Conclusão: não é a sua língua que tem que parar de mentir.
É o seu coração que precisa ser transformado continuamente para ser da verdade, falar a verdade e andar na verdade que é Cristo.
Com carinho,
Robinson Grangeiro
sábado, 24 de março de 2012
Estudo mostra que dieta atlântica ajuda a reduzir risco de enfarte
A nova descoberta dos portugueses garante aos moradores do norte do país os menores índices de enfarte do mundo.
O mar fez de Portugal um gigante. Poderoso império de terras distantes. Orgulhoso dos filhos aventureiros que descobriram o caminho de um mundo novo.
O tempo levou o poder e as riquezas. Mas o mar, ainda é de Portugal. Agora, o povo que nos descobriu, quer ensinar o mundo a viver bem. Uma vida ao mesmo tempo saborosa e saudável: é a última descoberta de Portugal.
E, mais uma vez, a inspiração veio do mar. É hora de conhecer a dieta atlântica, que mistura as delícias do oceano com as riquezas da terra. É um cardápio que os portugueses apreciam há várias gerações.
E quando surgiu a preocupação com a saúde, a mesa já estava posta. A comida tradicional da região sempre foi colorida e de dar água na boca. Agora, está provado: a dieta que encanta os nossos olhos, também protege o coração.
Quem repara nos pratos nota uma semelhança com outra mesa bem mais famosa: a da dieta mediterrânea.
A culinária tradicional de países como a Itália ou a Grécia, já é reconhecida como um estilo de vida que ajuda a prevenir muitas doenças.
A dieta atlântica é mais flexível. Por exemplo: permite um pouco de carne vermelha.
E mesmo assim, dá resultados tão bons quanto a outra, segundo os cientistas portugueses.
Portugueses, mais ou menos. Porque a pesquisadora da Universidade do Porto nasceu no Brasil, é paulistana do bairro da aclimação. Criada em Portugal, a doutora Andréia Oliveira gostou tanto da comida portuguesa que hoje estuda os hábitos alimentares desse cantinho da Europa: no norte de Portugal e na região da Galícia, na Espanha, estão os principais adeptos da dieta atlântica.
“Basicamente a dieta atlântica diferencia-se pelo elevado consumo de peixe, de carne e de produtos lácteos, que no caso da dieta mediterrânica não estão tão salientes. E que pode também ajudar a explicar as baixas taxas de mortalidade que nós temos no nosso país, quer Portugal, quer Espanha, nós temos as taxas de mortalidade coronária mais baixas da Europa", afirma a doutora Andréia Oliveira.
Um estudo com mais de três mil voluntários mostrou que o risco de enfarte é 33% menor entre os seguidores da dieta atlântica.
É difícil encontrar uma pessoa mais "atlântica" do que a Dona Carmen, que segue a dieta à risca!
Dona Carmem mostra para o Globo repórter como é sua dieta. O prato é peixe cozido com o acompanhamento mais típico de Portugal. “Pescada cozida sem uma batata não é nada”, comenta.
Dona Carmem diz que tem o hábito de não exagerar em nada. Se a visita fosse um dia antes, teríamos encontrado Dona Carmen preparando outra receita.
Repórter: A senhora come carne, também?
Dona Carmen: Como muito menos carne do que peixe, porque eu também gosto pouco de carne. Como no máximo duas vezes por semana.
Na outra dieta mais conhecida, a mediterrânea, a receita de saúde parecia boa para os dois lados. Os porcos fugiam da panela e nós fugíamos do excesso de calorias e do colesterol ruim.
Mas na dieta atlântica até a carne de porco faz parte do cardápio.
“Não há alimentos bons, nem alimentos maus. Há uma boa alimentação, uma má alimentação, observa a pesquisadora Andréia Oliveira.
Mas atenção: isoladas, a carne e a batata são alimentos que aumentam o risco para o coração. Eles só são recomendados se estiverem dentro de um bom padrão alimentar.
“O que nós pretendemos não é dizer, podem comer carne vermelha que isso não lhes vai fazer mal e não vai levar a um evento cardiovascular. Não é isso. O que nós pretendemos dizer é que, em um padrão abrangente e saudável, em proporções adequadas, no global, pode ter um efeito cardioprotetor”, alerta a pesquisadora.
No dia a dia, todos os elementos da dieta devem ser bem combinados.
-Peixes de todos os tipos
-Legumes e verduras de sobra
-Pão, desde que não seja refinado
-Queijos, iogurtes e outros derivados do leite
-Vinho
E, além da carne, outras duas diferenças importantes em relação à dieta mediterrânea:
o bacalhau e a sopa.
“Sopa faço sempre, como sopa todos os dias”, conta dona Carmen.
Mas se a sopa é de legumes, será que não estamos só repetindo um item da dieta? Qual a vantagem de comê-los na sopa? Disfarçados e quentinhos, os vegetais são digeridos mais facilmente.
“O fato também de poder ser no início da refeição ajuda que a pessoa já tenha uma maior saciedade e não tenha, digamos, tanto apetite para o prato principal”, explica Andreia Oliveira.
Na dieta, o bacalhau vem acompanhado de um alerta com ponto de exclamação: cuidado com o sal! Se os portugueses têm o coração protegido, por outro lado têm uma das taxas mais altas do mundo de acidente vascular cerebral. Por isso, dona Carmen não abusa. Só come bacalhau uma vez por mês.
“Tem que deixar bem de molho muito tempo. Pelo menos 3 dias e mudo de água todos os dias, isso é muito importante”, conta. “Por isso é que eu digo que eu ainda sou um bocadinho mais exigente do que normalmente eles mandam”.
A disciplina de dona Carmen tem suas recompensas. “Acho que melhorei. Sei que me sinto muito melhor, portanto a nível cardíaco”, avalia.
O jantar fica pronto. É o resultado de uma dieta com gosto de comida de verdade.
Dona Carmen mostra o resultado e destaca que o prato cheira a alimentos naturais.
Se quisesse, dona Carmen seria uma excelente cozinheira. Mas as mãos delicadas escolheram uma outra profissão: parteira.
“Fiz parto de brasileiros. Dos filhos de alguns jogadores que jogavam no Futebol Clube do Porto”, conta.
Depois do jantar, dona Carmen faz questão de nos mostrar o apartamento. E passear por sua casa é como conhecer toda a cidade do Porto, graças aos quadros com jeito de cartão postal que ela mesma pinta.
Surge assim a cidade das seis pontes. E as margens que produzem alguns dos melhores vinhos do mundo. O vinho é um dos elementos da dieta atlântica que mais protegem o coração. Só que não adianta beber muito e estragar o fígado e outras partes do corpo. A dose recomendada é só uma taça por refeição.
Famosa há séculos pelos bons vinhos, a região também quer ser conhecida pela qualidade de vida. E a palavra com que recebe os visitantes é sempre a mesma: saúde!
A nova descoberta dos portugueses garante aos moradores do norte do país os menores índices de enfarte do mundo.
O mar fez de Portugal um gigante. Poderoso império de terras distantes. Orgulhoso dos filhos aventureiros que descobriram o caminho de um mundo novo.
O tempo levou o poder e as riquezas. Mas o mar, ainda é de Portugal. Agora, o povo que nos descobriu, quer ensinar o mundo a viver bem. Uma vida ao mesmo tempo saborosa e saudável: é a última descoberta de Portugal.
E, mais uma vez, a inspiração veio do mar. É hora de conhecer a dieta atlântica, que mistura as delícias do oceano com as riquezas da terra. É um cardápio que os portugueses apreciam há várias gerações.
E quando surgiu a preocupação com a saúde, a mesa já estava posta. A comida tradicional da região sempre foi colorida e de dar água na boca. Agora, está provado: a dieta que encanta os nossos olhos, também protege o coração.
Quem repara nos pratos nota uma semelhança com outra mesa bem mais famosa: a da dieta mediterrânea.
A culinária tradicional de países como a Itália ou a Grécia, já é reconhecida como um estilo de vida que ajuda a prevenir muitas doenças.
A dieta atlântica é mais flexível. Por exemplo: permite um pouco de carne vermelha.
E mesmo assim, dá resultados tão bons quanto a outra, segundo os cientistas portugueses.
Portugueses, mais ou menos. Porque a pesquisadora da Universidade do Porto nasceu no Brasil, é paulistana do bairro da aclimação. Criada em Portugal, a doutora Andréia Oliveira gostou tanto da comida portuguesa que hoje estuda os hábitos alimentares desse cantinho da Europa: no norte de Portugal e na região da Galícia, na Espanha, estão os principais adeptos da dieta atlântica.
“Basicamente a dieta atlântica diferencia-se pelo elevado consumo de peixe, de carne e de produtos lácteos, que no caso da dieta mediterrânica não estão tão salientes. E que pode também ajudar a explicar as baixas taxas de mortalidade que nós temos no nosso país, quer Portugal, quer Espanha, nós temos as taxas de mortalidade coronária mais baixas da Europa", afirma a doutora Andréia Oliveira.
Um estudo com mais de três mil voluntários mostrou que o risco de enfarte é 33% menor entre os seguidores da dieta atlântica.
É difícil encontrar uma pessoa mais "atlântica" do que a Dona Carmen, que segue a dieta à risca!
Dona Carmem mostra para o Globo repórter como é sua dieta. O prato é peixe cozido com o acompanhamento mais típico de Portugal. “Pescada cozida sem uma batata não é nada”, comenta.
Dona Carmem diz que tem o hábito de não exagerar em nada. Se a visita fosse um dia antes, teríamos encontrado Dona Carmen preparando outra receita.
Repórter: A senhora come carne, também?
Dona Carmen: Como muito menos carne do que peixe, porque eu também gosto pouco de carne. Como no máximo duas vezes por semana.
Na outra dieta mais conhecida, a mediterrânea, a receita de saúde parecia boa para os dois lados. Os porcos fugiam da panela e nós fugíamos do excesso de calorias e do colesterol ruim.
Mas na dieta atlântica até a carne de porco faz parte do cardápio.
“Não há alimentos bons, nem alimentos maus. Há uma boa alimentação, uma má alimentação, observa a pesquisadora Andréia Oliveira.
Mas atenção: isoladas, a carne e a batata são alimentos que aumentam o risco para o coração. Eles só são recomendados se estiverem dentro de um bom padrão alimentar.
“O que nós pretendemos não é dizer, podem comer carne vermelha que isso não lhes vai fazer mal e não vai levar a um evento cardiovascular. Não é isso. O que nós pretendemos dizer é que, em um padrão abrangente e saudável, em proporções adequadas, no global, pode ter um efeito cardioprotetor”, alerta a pesquisadora.
No dia a dia, todos os elementos da dieta devem ser bem combinados.
-Peixes de todos os tipos
-Legumes e verduras de sobra
-Pão, desde que não seja refinado
-Queijos, iogurtes e outros derivados do leite
-Vinho
E, além da carne, outras duas diferenças importantes em relação à dieta mediterrânea:
o bacalhau e a sopa.
“Sopa faço sempre, como sopa todos os dias”, conta dona Carmen.
Mas se a sopa é de legumes, será que não estamos só repetindo um item da dieta? Qual a vantagem de comê-los na sopa? Disfarçados e quentinhos, os vegetais são digeridos mais facilmente.
“O fato também de poder ser no início da refeição ajuda que a pessoa já tenha uma maior saciedade e não tenha, digamos, tanto apetite para o prato principal”, explica Andreia Oliveira.
Na dieta, o bacalhau vem acompanhado de um alerta com ponto de exclamação: cuidado com o sal! Se os portugueses têm o coração protegido, por outro lado têm uma das taxas mais altas do mundo de acidente vascular cerebral. Por isso, dona Carmen não abusa. Só come bacalhau uma vez por mês.
“Tem que deixar bem de molho muito tempo. Pelo menos 3 dias e mudo de água todos os dias, isso é muito importante”, conta. “Por isso é que eu digo que eu ainda sou um bocadinho mais exigente do que normalmente eles mandam”.
A disciplina de dona Carmen tem suas recompensas. “Acho que melhorei. Sei que me sinto muito melhor, portanto a nível cardíaco”, avalia.
O jantar fica pronto. É o resultado de uma dieta com gosto de comida de verdade.
Dona Carmen mostra o resultado e destaca que o prato cheira a alimentos naturais.
Se quisesse, dona Carmen seria uma excelente cozinheira. Mas as mãos delicadas escolheram uma outra profissão: parteira.
“Fiz parto de brasileiros. Dos filhos de alguns jogadores que jogavam no Futebol Clube do Porto”, conta.
Depois do jantar, dona Carmen faz questão de nos mostrar o apartamento. E passear por sua casa é como conhecer toda a cidade do Porto, graças aos quadros com jeito de cartão postal que ela mesma pinta.
Surge assim a cidade das seis pontes. E as margens que produzem alguns dos melhores vinhos do mundo. O vinho é um dos elementos da dieta atlântica que mais protegem o coração. Só que não adianta beber muito e estragar o fígado e outras partes do corpo. A dose recomendada é só uma taça por refeição.
Famosa há séculos pelos bons vinhos, a região também quer ser conhecida pela qualidade de vida. E a palavra com que recebe os visitantes é sempre a mesma: saúde!
terça-feira, 6 de março de 2012
Café, uma nova arma contra o câncer e o diabetes
Bebida também potencializa exercícios e pode proteger contra as doenças neurológicas, indicam pesquisas recentes
Pesquisas mostram que o café pode prevenir alguns tipos de tumores malignos, como o câncer de próstata e o de endométrio
ANA BRANCO
Diz-se que o café, popular no império otomano, só se difundiu no mundo ocidental depois de absolvido da acusação de ser coisa do diabo pelo Papa Clemente VIII, no início do século XVII. Ao prová-lo, o Sumo Pontífice tratou de dirimir dúvidas: achou que um produto tão saboroso, de aroma tão marcante, só poderia ser, isso sim, coisa de Deus. Às muitas lendas em circulação sobre a bebida, soma-se, quatro séculos depois, uma lista de pesquisas atestando seus efeitos medicinais e, em alguns casos, sua inocência diante de alegações como as de que poderia fazer mal ao coração, aumentar o risco de AVC e prejudicar a absorção de alguns medicamentos.
Segundo a maioria dos estudos mais recentes, além de conferir disposição — efeito conhecido desde o início de seu consumo, mil anos atrás —, o café protege contra o diabetes e alguns tipos de câncer. Há indícios de que também ajude a prevenir doenças neurológicas, como os males de Alzheimer e Parkinson, e de que proteja, principalmente as mulheres, contra AVC, doenças cardíacas e depressão. O mais recente trabalho, publicado na última quarta-feira, na “American Journal of Clinical Nutrition”, acompanhou 42 mil pessoas ao longo de nove anos e revelou que, entre os bebedores de café, as chances de desenvolver diabetes são 23% menores.
Estas informações interessam a todos os brasileiros que tomam café — ou, seja, 95% da população com mais de 15 anos, que consomem, per capita, 82 litros da bebida por ano, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
— Beber café é melhor do que não beber — sentencia o cardiologista Luiz Antonio Machado Cesar, diretor da Unidade Clínica de Coronariopatia Crônica do Instituto do Coração, de São Paulo, ligado à USP. — Ele não faz mal e, a partir de duas xícaras por dia, já protege contra o diabetes.
Além da cafeína, antioxidantes e vitaminas
Costuma-se pensar nas propriedades do café com base na cafeína. Mas os novos estudos sugerem que seus méritos estão no conjunto da obra: ele tem literalmente milhares de substâncias, de antioxidantes a vitaminas, e apenas umas poucas foram estudadas isoladamente. O teor de cafeína no cafezinho filtrado é de 2% a 2,5%, enquanto no expresso fica entre 2,5% e 3%. Nas outras bebidas que têm cafeína (chá, chocolate, guaraná em pó, coca-cola), a quantidade é parecida. Uma pessoa saudável pode consumir até 300 miligramas de cafeína por dia (o equivalente a três xícaras médias). Para mulheres grávidas, não deve ultrapassar 200 miligramas.
No Brasil, desde 2008 está em curso o projeto “Café e Saúde”, no Incor de São Paulo, sob a coordenação de Machado César. Foi um pedido da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), preocupada com o fato de haver pouca ou nenhuma pesquisa clínica a respeito dos efeitos do café no país que é maior produtor do grão (abastece 30% do mercado internacional) e o segundo em consumo (atrás dos Estados Unidos).
Até agora, 106 pacientes, entre pessoas saudáveis, portadores de doenças coronarianas e diabéticos participaram das pesquisas, que não têm data para terminar. Já foram avaliados o café descafeinado (que tem um teor ínfimo de cafeína), o árabica-pura, o blend (arábica 80%) e o robusta. O próximo passo é avaliar o expresso. Quando houver recursos, terá início um amplo estudo epidemiológico: quatro mil indivíduos da região Sudeste do país serão acompanhados por dez anos. Os testes têm levado os especialistas envolvidos a conclusões animadoras.
— Constatamos que o café de torra escura (o mais consumido no Brasil) não aumenta a pressão arterial, e que a torra clara aumenta-a muito pouco, mas são necessários mais alguns testes para confirmar. Isto pode explicar por que algumas pesquisas dos Estados Unidos, onde a torra clara é mais consumida, apontam que ele aumenta a pressão, enquanto as da Europa, onde é mais comum a torra escura, indicam que não — diz o cardiologista. — Também vimos que café não dá arritmia e aumenta muito pouco o colesterol, que, mesmo assim, se mantém no nível normal. Se ele não for filtrado, a elevação é maior. E um teste com esteira mostrou que a bebida melhora a performance no exercício, como já apontavam vários estudos.
As pesquisas agora se voltam para a tentativa de provar seu efeito protetor contra doenças neurológicas. Ele ajudaria a evitar o acúmulo da proteína beta-amiloide entre os neurônios, uma das causas do Alzheimer, e reduziria o déficit de dopamina presente no Parkinson. Para quem gosta, mais um bom motivo para beber.
FONTE:globo.globo.com/saude/cafe-uma-nova-arma-contra-cancer-o-diabetes
Bebida também potencializa exercícios e pode proteger contra as doenças neurológicas, indicam pesquisas recentes
Pesquisas mostram que o café pode prevenir alguns tipos de tumores malignos, como o câncer de próstata e o de endométrio
ANA BRANCO
Diz-se que o café, popular no império otomano, só se difundiu no mundo ocidental depois de absolvido da acusação de ser coisa do diabo pelo Papa Clemente VIII, no início do século XVII. Ao prová-lo, o Sumo Pontífice tratou de dirimir dúvidas: achou que um produto tão saboroso, de aroma tão marcante, só poderia ser, isso sim, coisa de Deus. Às muitas lendas em circulação sobre a bebida, soma-se, quatro séculos depois, uma lista de pesquisas atestando seus efeitos medicinais e, em alguns casos, sua inocência diante de alegações como as de que poderia fazer mal ao coração, aumentar o risco de AVC e prejudicar a absorção de alguns medicamentos.
Segundo a maioria dos estudos mais recentes, além de conferir disposição — efeito conhecido desde o início de seu consumo, mil anos atrás —, o café protege contra o diabetes e alguns tipos de câncer. Há indícios de que também ajude a prevenir doenças neurológicas, como os males de Alzheimer e Parkinson, e de que proteja, principalmente as mulheres, contra AVC, doenças cardíacas e depressão. O mais recente trabalho, publicado na última quarta-feira, na “American Journal of Clinical Nutrition”, acompanhou 42 mil pessoas ao longo de nove anos e revelou que, entre os bebedores de café, as chances de desenvolver diabetes são 23% menores.
Estas informações interessam a todos os brasileiros que tomam café — ou, seja, 95% da população com mais de 15 anos, que consomem, per capita, 82 litros da bebida por ano, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
— Beber café é melhor do que não beber — sentencia o cardiologista Luiz Antonio Machado Cesar, diretor da Unidade Clínica de Coronariopatia Crônica do Instituto do Coração, de São Paulo, ligado à USP. — Ele não faz mal e, a partir de duas xícaras por dia, já protege contra o diabetes.
Além da cafeína, antioxidantes e vitaminas
Costuma-se pensar nas propriedades do café com base na cafeína. Mas os novos estudos sugerem que seus méritos estão no conjunto da obra: ele tem literalmente milhares de substâncias, de antioxidantes a vitaminas, e apenas umas poucas foram estudadas isoladamente. O teor de cafeína no cafezinho filtrado é de 2% a 2,5%, enquanto no expresso fica entre 2,5% e 3%. Nas outras bebidas que têm cafeína (chá, chocolate, guaraná em pó, coca-cola), a quantidade é parecida. Uma pessoa saudável pode consumir até 300 miligramas de cafeína por dia (o equivalente a três xícaras médias). Para mulheres grávidas, não deve ultrapassar 200 miligramas.
No Brasil, desde 2008 está em curso o projeto “Café e Saúde”, no Incor de São Paulo, sob a coordenação de Machado César. Foi um pedido da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), preocupada com o fato de haver pouca ou nenhuma pesquisa clínica a respeito dos efeitos do café no país que é maior produtor do grão (abastece 30% do mercado internacional) e o segundo em consumo (atrás dos Estados Unidos).
Até agora, 106 pacientes, entre pessoas saudáveis, portadores de doenças coronarianas e diabéticos participaram das pesquisas, que não têm data para terminar. Já foram avaliados o café descafeinado (que tem um teor ínfimo de cafeína), o árabica-pura, o blend (arábica 80%) e o robusta. O próximo passo é avaliar o expresso. Quando houver recursos, terá início um amplo estudo epidemiológico: quatro mil indivíduos da região Sudeste do país serão acompanhados por dez anos. Os testes têm levado os especialistas envolvidos a conclusões animadoras.
— Constatamos que o café de torra escura (o mais consumido no Brasil) não aumenta a pressão arterial, e que a torra clara aumenta-a muito pouco, mas são necessários mais alguns testes para confirmar. Isto pode explicar por que algumas pesquisas dos Estados Unidos, onde a torra clara é mais consumida, apontam que ele aumenta a pressão, enquanto as da Europa, onde é mais comum a torra escura, indicam que não — diz o cardiologista. — Também vimos que café não dá arritmia e aumenta muito pouco o colesterol, que, mesmo assim, se mantém no nível normal. Se ele não for filtrado, a elevação é maior. E um teste com esteira mostrou que a bebida melhora a performance no exercício, como já apontavam vários estudos.
As pesquisas agora se voltam para a tentativa de provar seu efeito protetor contra doenças neurológicas. Ele ajudaria a evitar o acúmulo da proteína beta-amiloide entre os neurônios, uma das causas do Alzheimer, e reduziria o déficit de dopamina presente no Parkinson. Para quem gosta, mais um bom motivo para beber.
FONTE:globo.globo.com/saude/cafe-uma-nova-arma-contra-cancer-o-diabetes
BEBIDAS SEM ÁLCOOL
Em festa, eventos e tudo mais, geralmente na hora de pensar em comprar as cosias, pensamos logo nas famosas bebidas alcoólicas, afinal, são muitas pessoas bebendo cervejas, vodka e muitas outras, tudo para satisfazer os adultos, que gostam destes tipos de bebidas alcoólicas.
Mas, devemos lembrar que, nem sempre são todas as pessoas que consomem bebidas alcoólicas, existem muitas pessoas, inclusive as crianças que não devem consumir. Por isso mesmo, existem diversas bebidas deliciosas que são feitas sem o álcool.
Em festas infantis, festas mais descontraídas, essas bebidas são bem legais de serem feitas, fugindo assim, dos tradicionais refrigerantes.
Por isso mesmo, separamos aqui algumas deliciosas receitas de sucos deliciosos, sem a adição de álcool, que podem ser feitos nas mais variadas ocasiões.
Caipirinha
Ingredientes
Água tónica
Açúcar amarelo
1/4 de sumo de lima
1 copo de sumo de limão
Preparo
Misturar bem o sumo de lima com açúcar amarelo;
Juntar o de sumo de limão;
Mexer bem, depois juntar a água tônica;
Acabar de encher o copo com gelo moído.
Sangria
Ingredientes
1.3 L cidra sem álcool
650 ml de suco natural de uva
2 tangerinas Clementina
100 g de uva verde
1 maçã verde
2 maçãs vermelhas
1 xícara de suco de laranja natural
3 kiwis
3 fatias de abacaxi
Preparo
Higienize as frutas, tire a pele do kiwi, corte às rodelas, deixe as uvas inteiras, coloque dentro de uma jarra ou poncheira;
Tire o suco das laranjas, pique bem as maçãs, as fatias de abacaxi e junte dentro da jarra;
Adicione também a cidra e o suco de uva (integral) bem gelado;
Leve a geladeira por cerca de 30 minutos; Mexa bem e sirva gelado.
Batida de Morango
Ingredientes
350 g de morangos
1 lata de leite condensado
2 xícaras (chá) de água mineral
Gelo picado
Preparo
Junte tudo no liquidificador até ficar bem homogêneo;
Usando o botão pulsar ligue e desligue o aparelho algumas vezes até triturar o gelo.
Pina soft abacaxi
Ingredientes
100 ml de suco de abacaxi
300 ml de leite de coco
200 ml de leite condensado
Completa com soda e decore com rodelas de abacaxi e groselha
Preparo
Junte tudo no liquidificador;
Bata até ficar bem homogêneo.
Coquetel de frutas
Ingredientes
1 xícara (chá) de suco de laranja
Suco de 1 limão
1 xícara (chá) de água
1 fatia de abacaxi
1 beterraba
1 colher (sopa) de açúcar
Cerejas à gosto
Preparo
Descasque e corte todos os ingredientes;
Misture tudo no liquidificador;
Peneire em seguida;
Coloque o coquetel em taças;
Decore com cereja;
Sirva gelado.
Vigin Mojito
Ingredientes
8 folhas de hortelã
Suco de meio limão
Água doce (1 colher de açúcar + a mesma medida de água)
Completar com suco de limão
Bastante Gelo
Água com gás ou água citrus
Preparo
Macerar os ingredientes como para um mojito normal;
A diferença aqui é que em lugar do rum, coloca-se a água com gás ou citrus;
Capriche no hortelã e no gelo para refrescar.
Kiwi e Limão
Ingredientes
1 kiwi
1/2 limão
1/2 copo de cidra sem açúcar e sem álcool
1 g de hortelã natural em ramos
Preparo
Higienize as frutas e hortelã.
Fatie em rodelas o kiwi e o limão e coloque-as junto com a hortelã, dentro do copo longo para drink que irá usar.
Esmague o kiwi e a hortelã.
Adicione a cidra, (sabor maçã) bem gelada.
Decore da forma que você preferir.
Fonte:Blog Superativa
Em festa, eventos e tudo mais, geralmente na hora de pensar em comprar as cosias, pensamos logo nas famosas bebidas alcoólicas, afinal, são muitas pessoas bebendo cervejas, vodka e muitas outras, tudo para satisfazer os adultos, que gostam destes tipos de bebidas alcoólicas.
Mas, devemos lembrar que, nem sempre são todas as pessoas que consomem bebidas alcoólicas, existem muitas pessoas, inclusive as crianças que não devem consumir. Por isso mesmo, existem diversas bebidas deliciosas que são feitas sem o álcool.
Em festas infantis, festas mais descontraídas, essas bebidas são bem legais de serem feitas, fugindo assim, dos tradicionais refrigerantes.
Por isso mesmo, separamos aqui algumas deliciosas receitas de sucos deliciosos, sem a adição de álcool, que podem ser feitos nas mais variadas ocasiões.
Caipirinha
Ingredientes
Água tónica
Açúcar amarelo
1/4 de sumo de lima
1 copo de sumo de limão
Preparo
Misturar bem o sumo de lima com açúcar amarelo;
Juntar o de sumo de limão;
Mexer bem, depois juntar a água tônica;
Acabar de encher o copo com gelo moído.
Sangria
Ingredientes
1.3 L cidra sem álcool
650 ml de suco natural de uva
2 tangerinas Clementina
100 g de uva verde
1 maçã verde
2 maçãs vermelhas
1 xícara de suco de laranja natural
3 kiwis
3 fatias de abacaxi
Preparo
Higienize as frutas, tire a pele do kiwi, corte às rodelas, deixe as uvas inteiras, coloque dentro de uma jarra ou poncheira;
Tire o suco das laranjas, pique bem as maçãs, as fatias de abacaxi e junte dentro da jarra;
Adicione também a cidra e o suco de uva (integral) bem gelado;
Leve a geladeira por cerca de 30 minutos; Mexa bem e sirva gelado.
Batida de Morango
Ingredientes
350 g de morangos
1 lata de leite condensado
2 xícaras (chá) de água mineral
Gelo picado
Preparo
Junte tudo no liquidificador até ficar bem homogêneo;
Usando o botão pulsar ligue e desligue o aparelho algumas vezes até triturar o gelo.
Pina soft abacaxi
Ingredientes
100 ml de suco de abacaxi
300 ml de leite de coco
200 ml de leite condensado
Completa com soda e decore com rodelas de abacaxi e groselha
Preparo
Junte tudo no liquidificador;
Bata até ficar bem homogêneo.
Coquetel de frutas
Ingredientes
1 xícara (chá) de suco de laranja
Suco de 1 limão
1 xícara (chá) de água
1 fatia de abacaxi
1 beterraba
1 colher (sopa) de açúcar
Cerejas à gosto
Preparo
Descasque e corte todos os ingredientes;
Misture tudo no liquidificador;
Peneire em seguida;
Coloque o coquetel em taças;
Decore com cereja;
Sirva gelado.
Vigin Mojito
Ingredientes
8 folhas de hortelã
Suco de meio limão
Água doce (1 colher de açúcar + a mesma medida de água)
Completar com suco de limão
Bastante Gelo
Água com gás ou água citrus
Preparo
Macerar os ingredientes como para um mojito normal;
A diferença aqui é que em lugar do rum, coloca-se a água com gás ou citrus;
Capriche no hortelã e no gelo para refrescar.
Kiwi e Limão
Ingredientes
1 kiwi
1/2 limão
1/2 copo de cidra sem açúcar e sem álcool
1 g de hortelã natural em ramos
Preparo
Higienize as frutas e hortelã.
Fatie em rodelas o kiwi e o limão e coloque-as junto com a hortelã, dentro do copo longo para drink que irá usar.
Esmague o kiwi e a hortelã.
Adicione a cidra, (sabor maçã) bem gelada.
Decore da forma que você preferir.
Fonte:Blog Superativa
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