Recebi hoje esse Texto da minha amiga virtual Letícia Thompson, por quem tenho muita admiração, como sempre EXCELENTE!!!
O livro da sua vida
© Letícia Thompson
Podemos esconder durante muito tempo os sentimentos ou emoções que nos corroem. Podemos fazer de conta que não existem, ou que não têm importância, que não nos corroem e não nos destroem... mas não podemos nos esconder de nós mesmos a vida inteira.
Não podemos carregar uma máscara o tempo todo sem que um dia a mesma não caia, que não tenhamos que enfrentar a realidade do que somos, do que vivenciamos, do mal que nos fizeram ou que nos fizemos, dos erros que cometemos e das conseqüências dos mesmos.
Todas as emoções que nossa alma ingere devem ser digeridas, vividas na sua totalidade, senão nos tornaremos escravos delas.
Aceitar quem somos, que vivemos o que vivemos, que passamos pelas situações que passamos e que sobrevivemos é dar um passo adiante.
Pegue pelo menos cinco minutos do seu dia e repare nos rostos nas multidões. Acredite ou não, cada um deles tem sua história, seus fracassos e suas vitórias; cada um já tentou esconder de si uma dor que não poderia suportar ou uma realidade que não queria enxergar.
Podemos ser únicos, mas não somos os únicos. Somos apenas uma partícula do que chamam vida e nossa história é apenas mais uma história entre tantas outras.
Sobrevivemos a todos os dissabores e isso é muito bom. Isso mostra que apesar da nossa fragilidade, somos fortes e interiormente queremos vencer.
Mas viveremos muito mais felizes e plenos de paz se aprendermos a olhar de frente nossos desenganos, se aprendermos que com eles aprendemos algo a mais da vida, se reconhecermos que não poderemos mudar a situação, mas que é possível torná-la menos amarga.
Eu sei que existem coisas quase insuportáveis de se olhar, lembrar ou reconhecer e que às vezes é mais fácil carregar a máscara do "tudo vai bem." Portanto, cada dia que passa é um dia a menos do tempo que nos foi ofertado e tornar esse dia melhor é um presente que podemos nos oferecer.
Digira suas emoções, pegue o melhor delas e o restante jogue fora. Não guarde nada que possa te fazer mal, senão tiver forças para isso, peça e receberá.
A história da sua vida daria um livro cheio de emoções e o final da história você pode ainda escolher. Ponha cores nos dias cinzentos, escolha as mais coloridas ou delicadas flores, coloque raios de sol e não se esqueça do arco-íris.
Se sua vida merece que sua história seja contada, que ela possa então servir de exemplo aos que te seguirão.
Letícia Thompson
sábado, 25 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Por sugestão do meu filho, Márcio Lacerda, estou postando essa reportagem e ainda por sugestão dele, como voluntária da Rede Femenina de Combate ao Câncer, levarei ao conhecimento do Diretor da Ala Infantil do Hospital Laureano a fim de, servindo de exemplo, possa ser implantado esse mesmo serviço naquela Unidade.
Uma criança, um computador e um hospital
Crianças internadas nos Hospitais de Castelo Branco e Covilhã não querem «alta» devido a computadores
Por: Redacção / CLC
As unidades de pediatria dos Hospitais de Castelo Branco e da Covilhã passam a ter computadores multimédia com Internet de banda larga para as crianças internadas poderem comunicar com familiares, com a escola ou divertirem-se, noticia a Lusa.
No dia da estreia, uma criança confessou estar triste por deixar o hospital, outra quis regressar depois de ter «alta» e alguns pediatras já adivinham «dificuldades» acrescidas em dar «alta», dado o novo atractivo.
O serviço «Um Sorriso com as TIC [Tecnologias de Informação e Comunicação]» foi hoje lançado em ambas as unidades por Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e do Desporto, e passa assim a abranger 16 hospitais do Continente e ilhas.
Laurentino Dias referiu que o projecto «é para continuar, na justa medida em que há grande receptividade por parte dos hospitais e privados, dispostos para acompanharem [o Governo] no esforço financeiro».
«Vamos continuar até onde for possível», referiu. Até agora, o investimento total no projecto ascende a 400 mil euros, referiu o governante.
Nelson Filipe, de oito anos, é uma das seis crianças que está no serviço de pediatria do Hospital da Covilhã, prestes a ter «alta» depois de três dias de internamento devido a dores de garganta e febre.
«Agora está curado, mas está triste. Não quer sair, por causa do computador», explica a mãe, Ana Maria. Nelson até tem um em casa, mas com a ajuda de funcionários já instalou no hospital os contactos de crianças internadas noutras unidades, com as quais tem conversado.
«Aqui, estava a explicar quem eu era», refere, apontando para uma janela de texto e vídeo. «Depois costumamos conversar e já fiz pesquisas», explicou à Agência Lusa.
Fonte: IOL Diário
Uma criança, um computador e um hospital
Crianças internadas nos Hospitais de Castelo Branco e Covilhã não querem «alta» devido a computadores
Por: Redacção / CLC
No dia da estreia, uma criança confessou estar triste por deixar o hospital, outra quis regressar depois de ter «alta» e alguns pediatras já adivinham «dificuldades» acrescidas em dar «alta», dado o novo atractivo.
O serviço «Um Sorriso com as TIC [Tecnologias de Informação e Comunicação]» foi hoje lançado em ambas as unidades por Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e do Desporto, e passa assim a abranger 16 hospitais do Continente e ilhas.
Laurentino Dias referiu que o projecto «é para continuar, na justa medida em que há grande receptividade por parte dos hospitais e privados, dispostos para acompanharem [o Governo] no esforço financeiro».
«Vamos continuar até onde for possível», referiu. Até agora, o investimento total no projecto ascende a 400 mil euros, referiu o governante.
Nelson Filipe, de oito anos, é uma das seis crianças que está no serviço de pediatria do Hospital da Covilhã, prestes a ter «alta» depois de três dias de internamento devido a dores de garganta e febre.
«Agora está curado, mas está triste. Não quer sair, por causa do computador», explica a mãe, Ana Maria. Nelson até tem um em casa, mas com a ajuda de funcionários já instalou no hospital os contactos de crianças internadas noutras unidades, com as quais tem conversado.
«Aqui, estava a explicar quem eu era», refere, apontando para uma janela de texto e vídeo. «Depois costumamos conversar e já fiz pesquisas», explicou à Agência Lusa.
Fonte: IOL Diário
quarta-feira, 15 de julho de 2009
As Mães também tem sonhos.
Estou lendo um livro sobre questões de psicoterapia e da vida, e em um um dos Capítulos o autor encerra com a frase " As mães também tem sonhos".
E por incrivel que pareça, de vários relatos, o que mais me chamou a atenção , não foi cada história em si, mas aquela afirmação tão verdadeira.
Eu, enquanto mãe, também tenho meus sonhos. E quando se fala mãe está bem claro que são sonhos da mãe e não da mulher, da profissional, da filha, da esposa.
Os filhos parecem pensar que os sonhos de mãe, mesmo aqueles onde estão incluídos, não são os deles e não estão nem aí se serão ou não realizados. Não valem os sacrifícios, as preocupações, as renúncias, o empenho, as dificuldades, os obstáculos que a mãe enfrentou ou ainda enfrenta. Nada conta. O que conta mesmo é a vontade do filho que se acha muito sábio. Mas, como diz o Ditado Popular:" Sábio é aquele que acha que nada sabe"
Os filhos parecem pensar que os sonhos de mãe, mesmo aqueles onde estão incluídos, não são os deles e não estão nem aí se serão ou não realizados. Não valem os sacrifícios, as preocupações, as renúncias, o empenho, as dificuldades, os obstáculos que a mãe enfrentou ou ainda enfrenta. Nada conta. O que conta mesmo é a vontade do filho que se acha muito sábio. Mas, como diz o Ditado Popular:" Sábio é aquele que acha que nada sabe"
Na verdade mós mães sentimos na pele não somente o fato dos filhos acharem que os seus sonhos pertencem apenas a eles e que não implica em um envolvimento materno. Desde o momento que a mãe descobre a concepção de um filho, ela já começam a sonhar ou melhor ter sonhos para esses filhos.
Para verem esses sonhos realizados não há medidas para o sacrifício. O que importa na verdade é o objetivo. Até morrer se for preciso.Um filho para uma mãe é tudo. É o sentido da vida. É a certeza de sua contribuição para a realização de algo sublime, só possível a mulher.É servir de vaso para o desenvolvimento de uma vida, cercando-lhe de todos os cuidados necessários e carinho. Filho nenhum poderá compreender quais sejam os verdadeiros sentimentos de uma mãe. Se os compreendessem as amariam muito mais.
Na verdade não é desse reconhecimento que a mãe anda em busca. O que ela busca mesmo é ver seus filhos felizes e relizados, custe o que custar.
Filhos,permitam-nos sonhar e deixem Deus realizar!!!
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Nessa Semana Lacerda quero homenagear o grande político Carlos Lacerda de quem meu pai, João Lacerda, tinha muito orgulho e admiração, com esse Texto tirado do www.memoriaviva.com.br
Os 90 anos do Corvo
BRASÍLIA - Polêmico. Este é o adjetivo mais utilizado e que geralmente acompanha o nome de Carlos Lacerda. E talvez a expressão “Não se fazem mais políticos como ele” seja a mais usada quando o assunto é o primeiro governador da Guanabara. Eloqüente, sagaz, intempestivo, passional, dono de uma oratória admirável, Lacerda foi o último dos grandes nomes da política brasileira capaz de inflamar paixões através de um discurso. O nariz aquilino, os olhos vivos e a voz que assustava os adversários – para ficarmos nas explicações mais leves – lhe valeram o apelido de “o Corvo”, dado por seus desafetos.
Nascido no dia 30 de abril de 1914, no Rio de Janeiro, Carlos Frederico Werneck de Lacerda estaria completando 90 anos se estivesse vivo. Jornalista, escritor, empresário e político – foi vereador, deputado federal, governador e candidato à Presidência da República –, além de ser um importante personagem durante três décadas de História brasileira, Lacerda ainda registrou o período com brios de colecionador.
O acervo de Lacerda foi doado à Universidade de Brasília – UnB em 1979 como parte do processo de compra de sua biblioteca, dois anos após a sua morte. São aproximadamente 60 mil itens que durante 20 anos ficaram guardados em caixas e foram utilizados apenas por pesquisadores que sabiam de sua existência. Somente a partir de dezembro de 1999, tendo como patrocinadora a Fundação 18 de Março – Fundamar, o material veio a público e se transformou no Arquivo Carlos Lacerda, que fica na Divisão de Coleções Especiais da Biblioteca Central da Universidade de Brasília.
Liliane Dutra, 19, estudante de Arquivologia e estagiária da Biblioteca Central, explica que todo o material é acessível ao público: 159.240 folhas de documentos textuais, 4.426 fotos, 266 slides, 86 discos de vinil e duas fitas de áudio. “Os documentos que nós temos aqui não existem nem no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. São documentos que ele guardou quando era governador, referentes à administração dele”. Perguntada se o público mais jovem sabe quem foi Carlos Lacerda, Liliane é categórica: “Não. Quando comecei a trabalhar aqui, eu também não conhecia. Eu conhecia Júlio Tavares, que é um dos pseudônimos que ele usou. As maiores referências são políticas. Quando fazemos visitas orientadas, falamos que ele foi governador da Guanabara, que foi candidato a presidente e esteve envolvido na morte de Getúlio. Aí as pessoas se interessam em saber mais”.
Para marcar a passagem dos 90 anos de nascimento do jornalista, o Arquivo organizou uma exposição que mostra fotos, livros, textos originais, recortes de jornais, curiosidades, cartas e homenagens recebidas por Lacerda.
“Ele era muito cuidadoso, guardava tudo”, conta Nora Magnólia, Chefe da Divisão de Coleções Especiais, “estudar Lacerda é estudar Brasil”, completa. Sobre a mostra dos 90 anos, ela diz que “a maioria do material desta exposição nunca foi mostrado”.
Manuscritos, diplomas e objetos de campanha são alguns dos atrativos.
Livros inteiros de assinaturas de admiradores com homenagens que mostram a popularidade de Lacerda também estão lá. “No futuro poderão contar como lenda: Era uma vez um homem bom que se impôs aos seus contemporâneos pela intransigência na defesa dos princípios de Liberdade, Trabalho e Honradez, eleito primeiro Governador da Guanabara, trabalhou pela cidade tornando-a o símbolo da Cidade Maravilhosa. Mas este homem existe. É você Carlos Lacerda, que passará para a posteridade como Paladino da Democracia no Brasil”, está escrito na primeira página de um livro de homenagens.
Lacerda passou os últimos nove anos de sua vida com seus direitos políticos cassados pelo regime que ajudou a criar com o golpe de 64 e do qual viria a se tornar um dos principais opositores, formando a Frente Ampla com Juscelino Kubitschek e João Goulart. A exposição na UnB é uma oportunidade de conhecer um pouco a vida pessoal, política e intelectual do homem que também ficou conhecido como “o demolidor de presidentes”.
Fonte: www.memoriaviva.com.br
Os 90 anos do Corvo
BRASÍLIA - Polêmico. Este é o adjetivo mais utilizado e que geralmente acompanha o nome de Carlos Lacerda. E talvez a expressão “Não se fazem mais políticos como ele” seja a mais usada quando o assunto é o primeiro governador da Guanabara. Eloqüente, sagaz, intempestivo, passional, dono de uma oratória admirável, Lacerda foi o último dos grandes nomes da política brasileira capaz de inflamar paixões através de um discurso. O nariz aquilino, os olhos vivos e a voz que assustava os adversários – para ficarmos nas explicações mais leves – lhe valeram o apelido de “o Corvo”, dado por seus desafetos.
Nascido no dia 30 de abril de 1914, no Rio de Janeiro, Carlos Frederico Werneck de Lacerda estaria completando 90 anos se estivesse vivo. Jornalista, escritor, empresário e político – foi vereador, deputado federal, governador e candidato à Presidência da República –, além de ser um importante personagem durante três décadas de História brasileira, Lacerda ainda registrou o período com brios de colecionador.
O acervo de Lacerda foi doado à Universidade de Brasília – UnB em 1979 como parte do processo de compra de sua biblioteca, dois anos após a sua morte. São aproximadamente 60 mil itens que durante 20 anos ficaram guardados em caixas e foram utilizados apenas por pesquisadores que sabiam de sua existência. Somente a partir de dezembro de 1999, tendo como patrocinadora a Fundação 18 de Março – Fundamar, o material veio a público e se transformou no Arquivo Carlos Lacerda, que fica na Divisão de Coleções Especiais da Biblioteca Central da Universidade de Brasília.
Para marcar a passagem dos 90 anos de nascimento do jornalista, o Arquivo organizou uma exposição que mostra fotos, livros, textos originais, recortes de jornais, curiosidades, cartas e homenagens recebidas por Lacerda.
“Ele era muito cuidadoso, guardava tudo”, conta Nora Magnólia, Chefe da Divisão de Coleções Especiais, “estudar Lacerda é estudar Brasil”, completa. Sobre a mostra dos 90 anos, ela diz que “a maioria do material desta exposição nunca foi mostrado”.
Manuscritos, diplomas e objetos de campanha são alguns dos atrativos.
Lacerda passou os últimos nove anos de sua vida com seus direitos políticos cassados pelo regime que ajudou a criar com o golpe de 64 e do qual viria a se tornar um dos principais opositores, formando a Frente Ampla com Juscelino Kubitschek e João Goulart. A exposição na UnB é uma oportunidade de conhecer um pouco a vida pessoal, política e intelectual do homem que também ficou conhecido como “o demolidor de presidentes”.
Fonte: www.memoriaviva.com.br
A Arte da Guerra
Antonio Carlos Rocha*
Apesar do título é um livro que fala de paz, que fala da vida, pois a vida, em certo sentido, podemos lê-la, como se fosse uma guerra. E neste livro compreendemos que os soldados são os nossos pensamentos. Uns contra, outros a favor, mas a soldadesca dos pensamentos está sempre aí, em nossa mente.
O autor, Sun Tzu, era um pensador, um filósofo, um civil, que viveu no século V AC, logo após a aparição de Buda neste mundo, que foi no século VI AC. O pensador inspirou-se na Lei da Impermanência que Sakyamuni tanto falava e escreveu os famosos treze capítulos de sua Arte da Guerra, a arte de vencer a si mesmo, pois o Buda ensinava que é mais fácil vencer um exército de mil guerreiros do que vencer a si mesmo.
O texto de Sun Tzu impressionou tanto o imperador chinês da época que o nomeou general de seu exército. Conta-se que, enquanto viveu, e só faleceu bem idoso, nenhum reino daquele tempo, conseguiu vencer as tropas de comandadas por Sun Tzu.
Uma ótima edição brasileira é a da Editora Record, 1983, adaptada pelo escritor e especialista em Extremo Oriente James Clavel. São 120 páginas com magníficas reflexões sobre a arte de viver.
Atualmente, muitos empresários utilizam A Arte da Guerra em cursos, simpósios e seminários de treinamento para executivos, para melhorar performances de produtos e dinamização de recursos humanos etc.
Vejamos alguns trechos:“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas...”.
“Lutar e vencer em todas as batalhas não é a glória suprema; a glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar”.“A arte da guerra é governada por cinco fatores constantes que devem ser levados em conta. São: a Lei Moral, o Céu; a Terra; o Chefe; o Método e a disciplina”.
“A arte da guerra é de importância vital para o estado. É uma questão de vida ou morte, um caminho tanto para a segurança como para a ruína. Assim, em nenhuma circunstância deve ser negligenciada”.
(*) Antonio Carlos Rocha é escritor.
Fonte: estudoliteraturas.blogspot.com
Trecho de A Arte da Guerra, de Sun Tzu
Capítulo VEstratégia do Confronto Direto e Indireto
"Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização."
Sun Tzu disse:
"Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização. Controlar muitos ou poucos é uma mesma e única coisa. É apenas uma questão de formação e sinalizações".
Lembre-se dos nomes de todos os oficiais e subalternos. Inscreva-os num catálogo, anotando-lhes o talento e suas capacidades individuais, a fim de aproveitar o potencial de cada um. Quando surgir oportunidade aja de tal forma que todos os que deves comandar estejam persuadidos que seu principal cuidado é preservá-los de toda desgraça.
As tropas que farás avançar contra o inimigo devem ser como pedras atiradas em ovos. De ti até o inimigo, não deve haver outra diferença senão a do forte ao fraco, do cheio ao vazio. São as operações chamadas "diretas" e "indiretas" que tornam um exército capaz de deter o ataque das forças inimigas e não ser derrotado.
Em batalha, use geralmente operações "diretas" para fazer o inimigo engajar-se na luta e as operações "indiretas" para conquistar a vitória.
Em poucas palavras, o que consiste a habilidade e a perfeição do comando das tropas é o conhecimento das luzes e das trevas, do aparente e o secreto. É nesse conhecimento hábil que habita toda a arte. Assim, o perito ao executar o ataque "indireto" assemelha-se ao céu e as terras, cujos movimentos nunca são aleatórios, são como os rios e mares inexauríveis. Assemelham-se ao sol e à lua, eles tem tempo para aparecer e tempo para desaparecer. Como as quatro estações, ele passa, mas apenas para voltar outra vez.
Não há mais que cinco notas fundamentais, mas, combinadas, produzem mais sons do que é possível ouvir; não há mais que cinco cores primárias, mas, combinadas, produzem mais sombras e matizes do que é possível ver; não há mais que cinco sabores, mas, combinados, produzem mais gostos do que é possível saborear.
Da mesma forma, para ganhar vantagem estratégica na batalha, não há mais que as operações "diretas" e "indiretas", mas suas combinações são ilimitadas dando origem a uma infindável série de manobras. Essas forças interagem, um método sempre conduz ao outro. Assemelham-se, na prática, a uma cadeia de operações interligadas, como anéis múltiplos, ou como a roda em movimento, que não se sabe onde começa e onde termina.
Na arte militar, cada operação tem partes que exigem a luz do dia, e outras que pedem as trevas do segredo. Não posso determiná-las de antemão. Só as circunstâncias podem ditá-las. Opomos grandes blocos de pedra às corredeiras que queremos represar, empregamos redes frágeis e miúdas para capturar pequenos pássaros, entretanto, o caudal rompe algumas vezes seus diques após tê-los minado aos poucos.
Quando uma ave de rapina se abate sobre sua vítima, partindo-a em pedaços, isso se deve à escolha do momento preciso. A qualidade da decisão é como a calculada arremetida de um falcão, que lhe possibilita atacar e destruir sua vítima. Portanto, o bom combatente deve ser brutal no ataque e rápido na decisão.
Embaralhada e turbulenta, a luta parece caótica. No tumulto de um combate pode parecer haver confusão, mas não é bem assim, entre a confusão e o caos uma formação de tropas pode parecer perdida e mesmo assim impenetrável, sua disposição é na verdade circular e não podem ser derrotadas. A confusão simulada requer uma disciplina perfeita, afinal, o caos estimulado se origina do controle, o medo fingido exige coragem, a fraqueza aparente se origina da força. Ordem e desordem é uma questão de número, de logística; coragem e medo é uma questão de configuração estratégica do poder, vantagem estratégica; força e fraqueza é uma questão de disposição das forças, posição estratégica.
O sábio comandante possui verdadeiramente a arte de liderar aqueles que souberam e sabem potencializar sua força, que adquiriram uma autoridade ilimitada, que não se deixam abater por nenhum acontecimento, por mais desagradável que seja. Aqueles que nunca agem com precipitação, que se conduzem, mesmo quando surpreendidos com o sangue-frio, que tem habitualmente nas ações meditadas e nos casos previstos antecipadamente. Aqueles que agem sempre com rapidez, fruto da habilidade, aliada a uma longa experiência. Assim, o ímpeto de quem é hábil na arte da guerra é irrefreável e seu ataque é regulado com precisão.
O primeiro imperador Han (256-195 a.C.), desejando esmagar seu oponente Hsiung-nu, enviou espiões para conhecer sua condição. Mas este, sabedor do fato, ocultou com cuidado todos os soldados fortes e todos os cavalos bem alimentados, deixando apenas homens doentes e gado magro à vista. O resultado foi que os espiões, por unanimidade, recomendaram ao imperador que atacasse.
Fonte: veja.abril.com.br
Capítulo VEstratégia do Confronto Direto e Indireto
"Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização."
Sun Tzu disse:
"Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é uma questão de organização. Controlar muitos ou poucos é uma mesma e única coisa. É apenas uma questão de formação e sinalizações".
Lembre-se dos nomes de todos os oficiais e subalternos. Inscreva-os num catálogo, anotando-lhes o talento e suas capacidades individuais, a fim de aproveitar o potencial de cada um. Quando surgir oportunidade aja de tal forma que todos os que deves comandar estejam persuadidos que seu principal cuidado é preservá-los de toda desgraça.
As tropas que farás avançar contra o inimigo devem ser como pedras atiradas em ovos. De ti até o inimigo, não deve haver outra diferença senão a do forte ao fraco, do cheio ao vazio. São as operações chamadas "diretas" e "indiretas" que tornam um exército capaz de deter o ataque das forças inimigas e não ser derrotado.
Em batalha, use geralmente operações "diretas" para fazer o inimigo engajar-se na luta e as operações "indiretas" para conquistar a vitória.
Em poucas palavras, o que consiste a habilidade e a perfeição do comando das tropas é o conhecimento das luzes e das trevas, do aparente e o secreto. É nesse conhecimento hábil que habita toda a arte. Assim, o perito ao executar o ataque "indireto" assemelha-se ao céu e as terras, cujos movimentos nunca são aleatórios, são como os rios e mares inexauríveis. Assemelham-se ao sol e à lua, eles tem tempo para aparecer e tempo para desaparecer. Como as quatro estações, ele passa, mas apenas para voltar outra vez.
Não há mais que cinco notas fundamentais, mas, combinadas, produzem mais sons do que é possível ouvir; não há mais que cinco cores primárias, mas, combinadas, produzem mais sombras e matizes do que é possível ver; não há mais que cinco sabores, mas, combinados, produzem mais gostos do que é possível saborear.
Da mesma forma, para ganhar vantagem estratégica na batalha, não há mais que as operações "diretas" e "indiretas", mas suas combinações são ilimitadas dando origem a uma infindável série de manobras. Essas forças interagem, um método sempre conduz ao outro. Assemelham-se, na prática, a uma cadeia de operações interligadas, como anéis múltiplos, ou como a roda em movimento, que não se sabe onde começa e onde termina.
Na arte militar, cada operação tem partes que exigem a luz do dia, e outras que pedem as trevas do segredo. Não posso determiná-las de antemão. Só as circunstâncias podem ditá-las. Opomos grandes blocos de pedra às corredeiras que queremos represar, empregamos redes frágeis e miúdas para capturar pequenos pássaros, entretanto, o caudal rompe algumas vezes seus diques após tê-los minado aos poucos.
Quando uma ave de rapina se abate sobre sua vítima, partindo-a em pedaços, isso se deve à escolha do momento preciso. A qualidade da decisão é como a calculada arremetida de um falcão, que lhe possibilita atacar e destruir sua vítima. Portanto, o bom combatente deve ser brutal no ataque e rápido na decisão.
Embaralhada e turbulenta, a luta parece caótica. No tumulto de um combate pode parecer haver confusão, mas não é bem assim, entre a confusão e o caos uma formação de tropas pode parecer perdida e mesmo assim impenetrável, sua disposição é na verdade circular e não podem ser derrotadas. A confusão simulada requer uma disciplina perfeita, afinal, o caos estimulado se origina do controle, o medo fingido exige coragem, a fraqueza aparente se origina da força. Ordem e desordem é uma questão de número, de logística; coragem e medo é uma questão de configuração estratégica do poder, vantagem estratégica; força e fraqueza é uma questão de disposição das forças, posição estratégica.
O sábio comandante possui verdadeiramente a arte de liderar aqueles que souberam e sabem potencializar sua força, que adquiriram uma autoridade ilimitada, que não se deixam abater por nenhum acontecimento, por mais desagradável que seja. Aqueles que nunca agem com precipitação, que se conduzem, mesmo quando surpreendidos com o sangue-frio, que tem habitualmente nas ações meditadas e nos casos previstos antecipadamente. Aqueles que agem sempre com rapidez, fruto da habilidade, aliada a uma longa experiência. Assim, o ímpeto de quem é hábil na arte da guerra é irrefreável e seu ataque é regulado com precisão.
O primeiro imperador Han (256-195 a.C.), desejando esmagar seu oponente Hsiung-nu, enviou espiões para conhecer sua condição. Mas este, sabedor do fato, ocultou com cuidado todos os soldados fortes e todos os cavalos bem alimentados, deixando apenas homens doentes e gado magro à vista. O resultado foi que os espiões, por unanimidade, recomendaram ao imperador que atacasse.
Fonte: veja.abril.com.br
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Com muito orgulho, quero postar uma Homenagem feita ao Dr. Tarcisio Burity pelo meu filho Márcio Lacerda de Araújo:
Aproveito essa data, quando completa-se seis anos da passagem do ex-Governador Tarcísio Burity, para homenageá-lo. Dr. Tarcísio, pode ter certeza que seu nome sempre será lembrado pelas pessoas de bem da Paraíba. Seu nome já é um capítulo da história de nosso Estado.
Governador por dois mandatos não consecutivos, seguramente pode-se afirmar que foi o Mandatário do Estado que possuía um nível intelectual e cultural que dissoava dentre todos os outros que exerceram igual cargo, sem embargo de tantos outros ilustres paraibanos que ocuparam a cadeira máxima, como José Américo de Almeida.
Em suas passagens pelo governo realizou obras, políticas públicas e outras ações que orgulharam o povo paraibano. Certo é também que tempestades administrativas foram ocasionadas por motivação política de setores atrasados do estado, que não se adaptaram ao modo de governar de um titular que antevia as coisas.
Ou será que a Costa do Sol, idealizada há tanto tempo atrás, não continua atualíssima como uma promessa de desenvolvimento para a Paraíba? E por que esse projeto até hoje não foi concluído? Interesses... Se quiserem minha opinião, tenho um projeto jurídico e administrativo para enfim concretizar essa obra que foi um grande sonho do Governador Burity e que pode ser o nosso grande motor de desenvolvimento do Estado, que até hoje não para de ser ultrapassado por outros estados então mais pobres.
Tarcício Burity foi, antes de tudo, um homem dos livros, da música erudita, da Filosofia, do Direito, do magistério. Foi pai e esposo exemplar, e um cidadão ciente de suas obrigações. Sua biografia, segundo a Wikipedia, informa que:
"Até a graduação em Direito, na Universidade Federal da Paraíba, sua formação educacional se deu em João Pessoa. Fez mestrado em Sociologia da Educação na Universidade de Poitiers, na França, e doutorou-se em Ciências Políticas no Instituto Universitário de Altos Estudos Internacionais de Genebra. Antes de entrar na política, foi Promotor de Justiça no município de Araruna, e depois, Professor da UFPB, onde lecionou as seguintes disciplinas: Filosofia do Direito, História da Educação, Direito Internacional Público, Filosofia Antiga, Introdução à Ciência do Direito e Sociologia da Educação. Na universidade, também exerceu funções administrativas, como a de Chefe de Gabinete da Reitoria e Diretor da Faculdade de Direito".
Suas idéias, como disse, estavam à frente do seu tempo e podemos provar por meio das suas inúmeras obras, que até hoje nunca superadas por outros administradores.
Vamos relacionar - apenas - algumas das mais importantes idéias, ações e políticas públicas realizadas por Dr. Tarcísio:
Espaço Cultural - uma superestrutura de aço e concreto, com teatro, cinema, biblioteca, planetário, museu, galeria de arte, escola de música e praça do povo;
Mercado de Artesanato da Paraíba;
Centro Turístico de Tambaú;
Via Litorânea de Intermares;
Fundação Casa José Américo de Almeida e valorização da Orquestra Sinfônica da Paraíba - cultura;
Viaduto sobre o rio Sanhauá desativando a velha ponte;
Prédio anexo do Tribunal de Justiça;
Prédio do Paraiban na Epitácio Pessoa – hoje usado por diversos órgãos do Governo do Estado da Paraíba;
Costa do Sol – 16Km de asfalto em pista dupla. Energização e iluminação, bem como o plano diretor do Pólo Turístico;
Novo Terminal Rodoviário de João Pessoa - infraestrutura;
Hemocentro de João Pessoa - saúde;
Manzuá - segurança;
Setusa - transporte público;
Reservatório Gramame-Mamuaba - Construção da barragem Gramame-Mamuaba e adutora de 43Km de água potável. Permite o abastecimento de João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita;
Pavimentação de quase 600Km de estradas;
36 mil casas populares - bairros mais populosos, a partir de conjuntos habitacionais, como o que levou seu nome, mas ficou conhecido como Mangabeira;
Maiores informações: http://www.tarcisioburity.com.br/index2.htm
Márcio Lacerda de Araújo
--Postado por Márcio Lacerda de Araújo no Blog do Magrello em 7/09/2009 10:59:00 AM
Aproveito essa data, quando completa-se seis anos da passagem do ex-Governador Tarcísio Burity, para homenageá-lo. Dr. Tarcísio, pode ter certeza que seu nome sempre será lembrado pelas pessoas de bem da Paraíba. Seu nome já é um capítulo da história de nosso Estado.
Governador por dois mandatos não consecutivos, seguramente pode-se afirmar que foi o Mandatário do Estado que possuía um nível intelectual e cultural que dissoava dentre todos os outros que exerceram igual cargo, sem embargo de tantos outros ilustres paraibanos que ocuparam a cadeira máxima, como José Américo de Almeida.
Em suas passagens pelo governo realizou obras, políticas públicas e outras ações que orgulharam o povo paraibano. Certo é também que tempestades administrativas foram ocasionadas por motivação política de setores atrasados do estado, que não se adaptaram ao modo de governar de um titular que antevia as coisas.
Ou será que a Costa do Sol, idealizada há tanto tempo atrás, não continua atualíssima como uma promessa de desenvolvimento para a Paraíba? E por que esse projeto até hoje não foi concluído? Interesses... Se quiserem minha opinião, tenho um projeto jurídico e administrativo para enfim concretizar essa obra que foi um grande sonho do Governador Burity e que pode ser o nosso grande motor de desenvolvimento do Estado, que até hoje não para de ser ultrapassado por outros estados então mais pobres.
Tarcício Burity foi, antes de tudo, um homem dos livros, da música erudita, da Filosofia, do Direito, do magistério. Foi pai e esposo exemplar, e um cidadão ciente de suas obrigações. Sua biografia, segundo a Wikipedia, informa que:
"Até a graduação em Direito, na Universidade Federal da Paraíba, sua formação educacional se deu em João Pessoa. Fez mestrado em Sociologia da Educação na Universidade de Poitiers, na França, e doutorou-se em Ciências Políticas no Instituto Universitário de Altos Estudos Internacionais de Genebra. Antes de entrar na política, foi Promotor de Justiça no município de Araruna, e depois, Professor da UFPB, onde lecionou as seguintes disciplinas: Filosofia do Direito, História da Educação, Direito Internacional Público, Filosofia Antiga, Introdução à Ciência do Direito e Sociologia da Educação. Na universidade, também exerceu funções administrativas, como a de Chefe de Gabinete da Reitoria e Diretor da Faculdade de Direito".
Suas idéias, como disse, estavam à frente do seu tempo e podemos provar por meio das suas inúmeras obras, que até hoje nunca superadas por outros administradores.
Vamos relacionar - apenas - algumas das mais importantes idéias, ações e políticas públicas realizadas por Dr. Tarcísio:
Espaço Cultural - uma superestrutura de aço e concreto, com teatro, cinema, biblioteca, planetário, museu, galeria de arte, escola de música e praça do povo;
Mercado de Artesanato da Paraíba;
Centro Turístico de Tambaú;
Via Litorânea de Intermares;
Fundação Casa José Américo de Almeida e valorização da Orquestra Sinfônica da Paraíba - cultura;
Viaduto sobre o rio Sanhauá desativando a velha ponte;
Prédio anexo do Tribunal de Justiça;
Prédio do Paraiban na Epitácio Pessoa – hoje usado por diversos órgãos do Governo do Estado da Paraíba;
Costa do Sol – 16Km de asfalto em pista dupla. Energização e iluminação, bem como o plano diretor do Pólo Turístico;
Novo Terminal Rodoviário de João Pessoa - infraestrutura;
Hemocentro de João Pessoa - saúde;
Manzuá - segurança;
Setusa - transporte público;
Reservatório Gramame-Mamuaba - Construção da barragem Gramame-Mamuaba e adutora de 43Km de água potável. Permite o abastecimento de João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita;
Pavimentação de quase 600Km de estradas;
36 mil casas populares - bairros mais populosos, a partir de conjuntos habitacionais, como o que levou seu nome, mas ficou conhecido como Mangabeira;
Maiores informações: http://www.tarcisioburity.com.br/index2.htm
Márcio Lacerda de Araújo
--Postado por Márcio Lacerda de Araújo no Blog do Magrello em 7/09/2009 10:59:00 AM
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