A maturidade na balança - Saiba por que é tão difícil perder peso depois dos 50 anos
(26/05/2010 - 10:46)
A mediterrânea? Já foi. Dos pontos? Dez anos atrás. Dos carboidratos? Foi a primeira. Aquela que diz que você pode comer de tudo, que tal? Não faltam nomes e não faltam novidades quando o assunto é dieta. Quem não tem, inventa. E quanto mais o tempo passa, mais difícil é encontrar uma dieta balanceada, que garanta uma silhueta menos rechonchuda a cada ano. Afinal de contas, por que é tão difícil perder peso depois dos 50? A explicação existe. A desacerelação do metabolismo e o sedentarismo encabeçam a lista.
Segundo especialistas, a grande dificuldade para perder peso na fase madura e/ou idosa é de ordem fisiológica. "Com o envelhecimento, o metabolismo tende a ficar mais lento, a trabalhar de maneira mais vagarosa”, afirma a médica Isa Bragança.
Manter a boa forma exige esforço. Depois dos 50 anos, ainda maior. Portanto, desconfie das promessas milagrosas. “A maioria das dietas que ouvimos por aí são muito perigosas. Elas podem até fazer efeito num primeiro momento, mas não a longo prazo. Em pessoas mais velhas, a necessidade de vitaminas e minerais aumenta, e essas dietas não suprem essa demanda", afirma Bragança.
Comer para gastar, gastar para comer. Para perder peso com saúde o segredo é comer bem e se movimentar. Especialista em cardiologia do esporte, Isa avisa aos sedentários que é preciso manter o metabolismo a todo vapor. E, por tabela, a alimentação equilibrada. A velha regra de a cada três horas, uma garfada.
Segundo Isa, adotar uma dieta alimentar saudável ajuda no controle do peso e, fundamentalmente, faz bem à saúde. "Para quem já tem mais de 50 anos, o importante é se alimentar nas horas certas, com intervalos de três regulares entre as refeições. Dessa forma, o metabolismo está em constante trabalho, facilitando a perda de peso”, explica a médica.
Na hora de escolher a atividade física, pessoas com mais idade devem priorizar o equilíbrio e a flexibilidade. “Antes de tudo, é necessário fazer um teste de força para identificar o potencial físico de cada um. Em geral, os exercícios em pessoas idosos devem ter menos impacto, com menos carga e intensidade. Os mais indicados são os que priorizam a a coordenação motora e a parte aeróbica", diz Isa.
Pequenas mudanças na rotina também podem ajudar. Deixar de pegar um ônibus para distâncias curtas, abolir o controle remoto e levantar na hora de trocar o canal, trocar o elevador pela escada. "Ah, isso vai fazer diferença na balança”, anima a médica.
Fonte: Portal Mais de 50
sábado, 29 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
"Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados
por sua personalidade, não pela cor de sua pele."
Martin Luther King
"A verdade é que a gente não faz filhos. Só faz o layout. Eles mesmos fazem a arte-final."
Luís Fernando Veríssimo
"No início, os filhos amam os pais. Depois de um certo tempo, passam a julgá-los. Raramente ou quase nunca os perdoam."
Oscar Wilde
"Pais e filhos não foram feitos para ser amigos. Foram feitos para ser pais e filhos."
Millôr Fernandes
"Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um fato inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar."
Bertrand Russell
"Os filhos tornam-se para os pais, segundo a educação que recebem, uma recompensa ou um castigo."
J. Petit Senn
"Não devemos moldar os filhos de acordo com os nossos sentimentos; devemos tê-los e amá-los do modo como nos foram dados por Deus."
Johann Goethe
"Os filhos são educados como se fossem ficar toda a vida filhos, sem nunca se pensar que eles se tornarão em pais."
August Strindberg
"Quero dar a meus filhos bastante dinheiro para que possam fazer o que quiserem, mas não dinheiro o bastante para que não façam nada."
Warren Buffett
"Meus filhos discordavam de mim toda hora, graças a Deus! Eu não punha objeções nenhumas a que fossem desobedientes. Os pais deviam lembrar-se de que, além de serem pais, são também o osso em que o cachorrinho pode afiar os dentes."
Peter Ustinov
"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história."
Bill Gates
"Não deverão gerar filhos quem não quer dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los."
Platão
"(Deus)... nunca perturba a alegria dos seus filhos se não for para lhes preparar uma mais certa e maior."
Alessandro Manzoni
"O respeito pelos pais só resiste enquanto os pais respeitem o interesse dos filhos."
Raúl Brandão
"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos e, esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta"
desconhecido
"Em princípio, não há nada que as mães desejem mais para os filhos do que vê-los casados, mas nunca aprovam as mulheres que eles escolhem."
Raymond Radiguet
"Amamos as filhas por aquilo que elas são e os filhos por aquilo que prometem vir a ser."
Johann Goethe
"As tias, as mães e as irmãs têm uma jurisprudência particular com os seus sobrinhos, os seus filhos e os seus irmãos."
Honoré de Balzac
"A primeira metade da nossa vida é estragada pelos pais e a segunda pelos filhos."
Clarence Darrow
por sua personalidade, não pela cor de sua pele."
Martin Luther King
"A verdade é que a gente não faz filhos. Só faz o layout. Eles mesmos fazem a arte-final."
Luís Fernando Veríssimo
"No início, os filhos amam os pais. Depois de um certo tempo, passam a julgá-los. Raramente ou quase nunca os perdoam."
Oscar Wilde
"Pais e filhos não foram feitos para ser amigos. Foram feitos para ser pais e filhos."
Millôr Fernandes
"Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um fato inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar."
Bertrand Russell
"Os filhos tornam-se para os pais, segundo a educação que recebem, uma recompensa ou um castigo."
J. Petit Senn
"Não devemos moldar os filhos de acordo com os nossos sentimentos; devemos tê-los e amá-los do modo como nos foram dados por Deus."
Johann Goethe
"Os filhos são educados como se fossem ficar toda a vida filhos, sem nunca se pensar que eles se tornarão em pais."
August Strindberg
"Quero dar a meus filhos bastante dinheiro para que possam fazer o que quiserem, mas não dinheiro o bastante para que não façam nada."
Warren Buffett
"Meus filhos discordavam de mim toda hora, graças a Deus! Eu não punha objeções nenhumas a que fossem desobedientes. Os pais deviam lembrar-se de que, além de serem pais, são também o osso em que o cachorrinho pode afiar os dentes."
Peter Ustinov
"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história."
Bill Gates
"Não deverão gerar filhos quem não quer dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los."
Platão
"(Deus)... nunca perturba a alegria dos seus filhos se não for para lhes preparar uma mais certa e maior."
Alessandro Manzoni
"O respeito pelos pais só resiste enquanto os pais respeitem o interesse dos filhos."
Raúl Brandão
"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos e, esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta"
desconhecido
"Em princípio, não há nada que as mães desejem mais para os filhos do que vê-los casados, mas nunca aprovam as mulheres que eles escolhem."
Raymond Radiguet
"Amamos as filhas por aquilo que elas são e os filhos por aquilo que prometem vir a ser."
Johann Goethe
"As tias, as mães e as irmãs têm uma jurisprudência particular com os seus sobrinhos, os seus filhos e os seus irmãos."
Honoré de Balzac
"A primeira metade da nossa vida é estragada pelos pais e a segunda pelos filhos."
Clarence Darrow
terça-feira, 4 de maio de 2010
Em homenagem ao meus filhos, pois se não os tivesse eu não seria MÃE.
Em agradecimento a meu DEUS que me concedeu tão grande graça.
MEU FILHO
Hoje, falo a ti, porque sou tua mãe.
E, nesta data, não me basta receber o teu abraço, o teu presente.
Não me basta ser homenageada.
Aliás, não é preciso.
Neste dia, eu quero te agradecer.
Quero te olhar com carinho e com profundidade.
E pensar no quanto significas em minha vida.
Sou mãe, porque tu existe e sempre serei, enquanto viver, mesmo que deste mundo já tenha partido.
Sou tua mãe, não sou mãe apenas.
Sou mãe porque te gerei, ou porque te criei sem Ter te gerado ou porque te dediquei os meu dias, visando o teu crescimento e desenvolvimento integral.
E o que é ser mãe ? O que significa esta vivência ?
O que sou para ti e o que esperas de mim ?
Quero ser tua amiga, meu filho. Quero poder, no dia-a-dia, te ajudar a pensar, te oferecer minha mão, observar teu olhar e Ter a alegria de ver o sorriso em teu rosto.
Quero te ajudar a trilhar o teu caminho, respeitando tua liberdade, não te direcionando ou tolhendo, mas procurando te acompanhar.
Quero oferecer os meus momentos para os teus desabafos, quero ouvir os teu fatos do dia, estabelecendo um clima para que esses momentos existam, sem te cobrar quando não vieres a mim.
Quero saber te buscar sempre, sem te perder nunca, mesmo quando me ultrapassares em conhecimento e vivências.
Quero, enfim, crescer como mãe, enquanto te vi e te vejo crescer em idade, à medida que os anos passam.
E, para bem desempenhar o meu papel de mãe, preciso olhar para mim mesma, analisar meus atos, minha emotividade, meus posicionamentos de vida, minha luta do dia-a-dia; preciso analisar minhas falhas, verificar se estou sendo a mãe que mereces, se estou te dando exemplo de coragem e força, se estou ajudando a te encontrares contigo mesma e com Deus.
E, por isto, eu te agradeço. Agradeço porque, por existires, eu recomeço muitas vezes, eu amadureço e aprendo a ser uma mãe cada vez melhor.
A ti devo muito do que sou meu filho, pois a experiência de vivenciar, com seriedade, o papel de mãe, me oportunizou sorrisos, sofrimentos, cansaços, emoções que influenciaram minha personalidade e me levam, hoje, a tentar ser mais e melhor para poder conservar o elo de amizade que nos deve unir por toda a vida.
No dia das mães, agradeço a Deus por existires.
Fortaleza, 09 de Maio de 2004
Tua Mãe
Fonte: www.meu.cantinho.nom.br
Em agradecimento a meu DEUS que me concedeu tão grande graça.
MEU FILHO
Hoje, falo a ti, porque sou tua mãe.
E, nesta data, não me basta receber o teu abraço, o teu presente.
Não me basta ser homenageada.
Aliás, não é preciso.
Neste dia, eu quero te agradecer.
Quero te olhar com carinho e com profundidade.
E pensar no quanto significas em minha vida.
Sou mãe, porque tu existe e sempre serei, enquanto viver, mesmo que deste mundo já tenha partido.
Sou tua mãe, não sou mãe apenas.
Sou mãe porque te gerei, ou porque te criei sem Ter te gerado ou porque te dediquei os meu dias, visando o teu crescimento e desenvolvimento integral.
E o que é ser mãe ? O que significa esta vivência ?
O que sou para ti e o que esperas de mim ?
Quero ser tua amiga, meu filho. Quero poder, no dia-a-dia, te ajudar a pensar, te oferecer minha mão, observar teu olhar e Ter a alegria de ver o sorriso em teu rosto.
Quero te ajudar a trilhar o teu caminho, respeitando tua liberdade, não te direcionando ou tolhendo, mas procurando te acompanhar.
Quero oferecer os meus momentos para os teus desabafos, quero ouvir os teu fatos do dia, estabelecendo um clima para que esses momentos existam, sem te cobrar quando não vieres a mim.
Quero saber te buscar sempre, sem te perder nunca, mesmo quando me ultrapassares em conhecimento e vivências.
Quero, enfim, crescer como mãe, enquanto te vi e te vejo crescer em idade, à medida que os anos passam.
E, para bem desempenhar o meu papel de mãe, preciso olhar para mim mesma, analisar meus atos, minha emotividade, meus posicionamentos de vida, minha luta do dia-a-dia; preciso analisar minhas falhas, verificar se estou sendo a mãe que mereces, se estou te dando exemplo de coragem e força, se estou ajudando a te encontrares contigo mesma e com Deus.
E, por isto, eu te agradeço. Agradeço porque, por existires, eu recomeço muitas vezes, eu amadureço e aprendo a ser uma mãe cada vez melhor.
A ti devo muito do que sou meu filho, pois a experiência de vivenciar, com seriedade, o papel de mãe, me oportunizou sorrisos, sofrimentos, cansaços, emoções que influenciaram minha personalidade e me levam, hoje, a tentar ser mais e melhor para poder conservar o elo de amizade que nos deve unir por toda a vida.
No dia das mães, agradeço a Deus por existires.
Fortaleza, 09 de Maio de 2004
Tua Mãe
Fonte: www.meu.cantinho.nom.br
PENSAMENTOS
"Nunca dê conselhos. Os soberbos e ignorantes ficarão com raiva e os sábios não necessitam."
"Todos nós desejamos o bom, o belo, o verdadeiro"
"Tudo que fazemos de ruim para os outros retorna em forma de infelicidade para nós."
"As melhores respostas estão dentro de nós. Precisamos perceber isso e agir de acordo."
"É preferível sofrer uma injustiça que praticar uma injustiça."
"Uma virtude atrai todas as outras. Um vício atrai todos os outros."
"Nunca dê conselhos. Os soberbos e ignorantes ficarão com raiva e os sábios não necessitam."
"Todos nós desejamos o bom, o belo, o verdadeiro"
"Tudo que fazemos de ruim para os outros retorna em forma de infelicidade para nós."
"As melhores respostas estão dentro de nós. Precisamos perceber isso e agir de acordo."
"É preferível sofrer uma injustiça que praticar uma injustiça."
"Uma virtude atrai todas as outras. Um vício atrai todos os outros."
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Numa homenagem a Mário Qintana posto esse Poema que considero um dos mais bonitos:
RECORDO AINDA
Recordo ainda... e nada mais me importa...
Aqueles dias de uma luz tão mansa
Que me deixavam, sempre, de lembrança,
Algum brinquedo novo à minha porta...
Mas veio um vento de Desesperança
Soprando cinzas pela noite morta!
E eu pendurei na galharia torta
Todos os meus brinquedos de criança...
Estrada afora após segui... Mas, aí,
Embora idade e senso eu aparente
Não vos iludais o velho que aqui vai:
Eu quero os meus brinquedos novamente!
Sou um pobre menino... acreditai!...
Que envelheceu, um dia, de repente!...
Mario Quintana
RECORDO AINDA
Recordo ainda... e nada mais me importa...
Aqueles dias de uma luz tão mansa
Que me deixavam, sempre, de lembrança,
Algum brinquedo novo à minha porta...
Mas veio um vento de Desesperança
Soprando cinzas pela noite morta!
E eu pendurei na galharia torta
Todos os meus brinquedos de criança...
Estrada afora após segui... Mas, aí,
Embora idade e senso eu aparente
Não vos iludais o velho que aqui vai:
Eu quero os meus brinquedos novamente!
Sou um pobre menino... acreditai!...
Que envelheceu, um dia, de repente!...
Mario Quintana
DESIDERATA
Siga tranqüilamente entre a inquietude e a pressa, lembrando-se de que há sempre paz no silêncio. Tanto quanto possível sem humilhar-se, mantenha-se em harmonia com todos que o cercam.
Fale a sua verdade, clara e mansamente.
Escute a verdade dos outros, pois eles também têm a sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas: elas afligem o nosso espírito.
Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você: isso o tornaria superficial e amargo.
Viva intensamente os seus ideais e o que você já conseguiu realizar.
Mantenha o interesse no seu trabalho, por mais humilde que seja, ele é um verdadeiro tesouro na contínua mudança dos tempos.
Seja prudente em tudo o que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas. Mas não fique cego para o bem que sempre existe. Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo. Sobretudo, não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira, pois, no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva.
Aceite, com carinho, o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com os impulsos inovadores da juventude.
Cultive a força do espírito e você estará preparado para enfrentar as surpresas da sorte adversa. Não se desespere com perigos imaginários: muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão.
Ao lado de uma sadia disciplina conserve, para consigo mesmo, uma imensa bondade. Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui e, mesmo se você não pode perceber, a terra e o universo vão cumprindo o seu destino. Portanto, esteja em paz com Deus, qualquer que seja sua forma de concebê-lo. E sejam quais forem sua lida e suas aspirações, na barulhenta confusão da vida, conserve, no mais profundo do seu ser, a harmonia e a paz.
Com todos os enganos, penas e sonhos desfeitos, este é ainda um mundo maravilhoso.
Caminhe com cuidado, faça tudo para ser feliz e partilhe com os outros a sua felicidade.
(Desiderata - do Latim Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração. Autoria: Max Ehrmann)
Siga tranqüilamente entre a inquietude e a pressa, lembrando-se de que há sempre paz no silêncio. Tanto quanto possível sem humilhar-se, mantenha-se em harmonia com todos que o cercam.
Fale a sua verdade, clara e mansamente.
Escute a verdade dos outros, pois eles também têm a sua própria história.
Evite as pessoas agitadas e agressivas: elas afligem o nosso espírito.
Não se compare aos demais, olhando as pessoas como superiores ou inferiores a você: isso o tornaria superficial e amargo.
Viva intensamente os seus ideais e o que você já conseguiu realizar.
Mantenha o interesse no seu trabalho, por mais humilde que seja, ele é um verdadeiro tesouro na contínua mudança dos tempos.
Seja prudente em tudo o que fizer, porque o mundo está cheio de armadilhas. Mas não fique cego para o bem que sempre existe. Em toda parte, a vida está cheia de heroísmo.
Seja você mesmo. Sobretudo, não simule afeição e não transforme o amor numa brincadeira, pois, no meio de tanta aridez, ele é perene como a relva.
Aceite, com carinho, o conselho dos mais velhos e seja compreensivo com os impulsos inovadores da juventude.
Cultive a força do espírito e você estará preparado para enfrentar as surpresas da sorte adversa. Não se desespere com perigos imaginários: muitos temores têm sua origem no cansaço e na solidão.
Ao lado de uma sadia disciplina conserve, para consigo mesmo, uma imensa bondade. Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui e, mesmo se você não pode perceber, a terra e o universo vão cumprindo o seu destino. Portanto, esteja em paz com Deus, qualquer que seja sua forma de concebê-lo. E sejam quais forem sua lida e suas aspirações, na barulhenta confusão da vida, conserve, no mais profundo do seu ser, a harmonia e a paz.
Com todos os enganos, penas e sonhos desfeitos, este é ainda um mundo maravilhoso.
Caminhe com cuidado, faça tudo para ser feliz e partilhe com os outros a sua felicidade.
(Desiderata - do Latim Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração. Autoria: Max Ehrmann)
Quanto tempo sem postar nada. Me dei umas férias prolongada.
Indignada com um fato absurdo desses, achei que é imprescindível divulgá-lo tão logo tomei conhecimento.
Vai aí para indignação de vocês:Márcio Lacerda de Araújo para mim
mostrar detalhes 16:04 (15 minutos atrás)
Se um agente do Estado age dessa forma e não acontece nada com ele, temos que refletir sobre se realmente vivemos num Estado de Direito. Podres Poderes.
Diogo Ramalho*
Sábado, dia 17 de Abril de 2010, foi mais um dia que entrou para a História do Distrito Federal, dentro do contexto da maior crise Institucional-Política já enfrentada pela Capital desde sua Fundação, 50 anos atras. Os protestos se iniciaram na sexta-feira a noite, através de uma vigília convocada pelo Movimento Fora Arruda e Toda Máfia em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Na vigília houve músicas, brincadeiras como Mímica e reflexões.
O sábado começou agitado, das cerca de 30 pessoas que dormiram na vigília, às 14h da tarde o número saltou para quase 300 pessoas , uma hora antes de iniciar a seção da Câmara que elegeu o escolhido de Arruda pra Governar Interinamente o Distrito Federal até 31 de Dezembro. Estudantes, trabalhadores, cidadãos vieram de toda parte do DF protestar contra uma eleição totalmente ilegitima, que dos 24 votantes do seu colégio eleitoral, 10 parlamentares e suplentes foram flagrados na Operação Caixa de Pandora: a Eurides da Bolsa, o Geraldo Naves que saiu da Penitenciaria 4 dias antes da votação, entre outros.
Às 15h, quando iniciava-se a seção dentro da Câmara, na rua que dá acesso à CLDF manifestantes atearam fogo em pneus interditando por 10 minutos a via. Às 16h dezenas de manifestantes tentaram entrar na galeria para garantirem o ideal democrático de que na casa do povo, o povo, não pode ser impedido de entrar, ainda mais quando em nome dele, corruptos decidem. A resposta imediata da polícia militar, sobre o comando do Coronel Silva Filho (aquele que em 09 de Dezembro, a mando de Arruda, massacrou com cavalaria e muita violência 5mil cidadãos que protestavam em frente ao Palácio Buriti) foi de repressão violenta, cacetadas para todo lado, gás de pimenta, socos e pontapés. 20 pessoas ficaram feridas, 8 tiveram que ser atendidas em hospitais, 2 policias se feriram, 6 pessoas foram presas. Eu fui o segundo a ser preso.
Quando prenderam o primeiro companheiro, eu era um dos que gritavam para soltá-lo, e gritei bem forte várias vezes “Vocês têm que prender os filhos da puta que estão aí dentro votando em nosso nome”. No meio do caos, muita confusão, um tenente já conhecido meu de outros protestos, olhou no meu olho enfurecido e disse que prenderia a mim. Eu disse “Prende então, não estou fazendo nada”. Fui preso por desacato a autoridade.
A PM estava enfurecida, mas fui conduzido primeiro para a 2º DP, onde já encontrei rapidamente com o advogado do Movimento Fora Arruda e Toda Máfia, que me orientou a ficar em silêncio até a chegada dele na DRPI, para onde eu estava sendo transferido, pois era um direito constitucional meu. Fiquei 30 minutos na viatura, sem sofrer qualquer violência dos Policiais Militares. Chegando na DRPI, ainda sozinho, na presença apenas dos 3 policiais militares e 3 policiais civis, sentei-me no banco e aguardei, então começou a tortura moral. O policial civil agente Barcelar, que me torturou fisicamente momentos adiante, iniciou o dialogo com os policias militares dizendo que esses baderneiros deviam ser todos viados, porque ao invés de estarem em casa fudendo uma mulher, estavam nas ruas protestando, e aí seguiram-se as ofensas verbais, eu, calado.
Num dado momento o agente Barcelar me perguntou se minha identidade era do Distrito Federal, eu disse que era de Minas Gerais, aí, mais ofensas “O que você tá fazendo aqui seu merda? Você nem de Brasília é seu bosta e tá protestando, puta que pariu, etc”. Em seguida perguntou meu nome para puxar minha ficha, eu disse “Só vou falar quando meu advogado chegar” isso foi o suficiente para dar início a tortura.
O agente Barcelar, (ex-carcereiro por mais de 15 anos, agora trabalhando no “Administrativo”) após a minha simples frase de que estava aguardando meu advogado, deu a volta no balcão de atendimento, foi até a cadeira em que eu permanecia sentado, me pegou pela camisa me jogando com violência no chão, rasgando toda a lateral da camisa, e já iniciando uma série de murros na cabeça, chute, e me arrastando pelos cabelos junto a outro agente da polícia civil, que eu não soube identificar posteriormente porque eu estava no chão, e as duas mãos do agente Barcelar a a mão do outro agente me arrastaram pelos cabelos, pelos corredores da DRPI, até chegar na cela, onde, por estar sendo arrastado lesionei a coluna na barra de ferro do chão da cela.
O agente bateu a porta da cela e disse que eu era um merda e que iria apanhar mais.
10 minutos depois o advogado e minha namorada chegaram, de dentro da cela eu escutava o agente Barcelar dizer que eu tinha me jogado no chão, de lá da cela eu gritava que tinha sido espancado. Quando o advogado chegou diante da cela, lhe disse que fui espancado, o agente chegou a admitir na frente do advogado, dizendo que me puxou pelos cabelos porque eu não quis fornecer os dados que me solicitou. Mais adiante, conforme mais pessoas chegaram, o agente passou a dizer que nada aconteceu, que eu estava com a camisa rasgada e com visíveis marcas de agressão porque me joguei no chão.
Depois, fui conduzido enjaulado em uma viatura da Polícia Civil até o Instituto Médico Legal, onde foram constatadas todas as agressões que sofri na DRPI. O mesmo agente Barcelar tomou meu depoimento e se negou a colocar no inquérito as agressões que sofri, colocando a si próprio como vitima, me acusando de ter resistido a prestar informações.
Eis o Estado de Direito, onde Parlamentares corruptos nunca vão, e quando vão, nunca permanecem presos. Eis o Estado de Direito, onde você vai preso por desacato por protestar, e quando chega sozinho na Delegacia de Polícia, é ofendido verbalmente e em seguida espancado covardemente na presença de 6 polícias.
Parabéns Brasília? 50 anos de Quê?
*Diogo Ramalho é estudante de Letras Espanhol da Universidade de Brasília; membro do Movimento Fora Arruda e Toda Máfia; coordenador executivo e editor político do Jornal O MIRACULOSO.
Fonte: marciolacerdaPB Blog em 4/19/2010 04:04:00 PM
Indignada com um fato absurdo desses, achei que é imprescindível divulgá-lo tão logo tomei conhecimento.
Vai aí para indignação de vocês:Márcio Lacerda de Araújo para mim
mostrar detalhes 16:04 (15 minutos atrás)
Se um agente do Estado age dessa forma e não acontece nada com ele, temos que refletir sobre se realmente vivemos num Estado de Direito. Podres Poderes.
Diogo Ramalho*
Sábado, dia 17 de Abril de 2010, foi mais um dia que entrou para a História do Distrito Federal, dentro do contexto da maior crise Institucional-Política já enfrentada pela Capital desde sua Fundação, 50 anos atras. Os protestos se iniciaram na sexta-feira a noite, através de uma vigília convocada pelo Movimento Fora Arruda e Toda Máfia em frente à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Na vigília houve músicas, brincadeiras como Mímica e reflexões.
O sábado começou agitado, das cerca de 30 pessoas que dormiram na vigília, às 14h da tarde o número saltou para quase 300 pessoas , uma hora antes de iniciar a seção da Câmara que elegeu o escolhido de Arruda pra Governar Interinamente o Distrito Federal até 31 de Dezembro. Estudantes, trabalhadores, cidadãos vieram de toda parte do DF protestar contra uma eleição totalmente ilegitima, que dos 24 votantes do seu colégio eleitoral, 10 parlamentares e suplentes foram flagrados na Operação Caixa de Pandora: a Eurides da Bolsa, o Geraldo Naves que saiu da Penitenciaria 4 dias antes da votação, entre outros.
Às 15h, quando iniciava-se a seção dentro da Câmara, na rua que dá acesso à CLDF manifestantes atearam fogo em pneus interditando por 10 minutos a via. Às 16h dezenas de manifestantes tentaram entrar na galeria para garantirem o ideal democrático de que na casa do povo, o povo, não pode ser impedido de entrar, ainda mais quando em nome dele, corruptos decidem. A resposta imediata da polícia militar, sobre o comando do Coronel Silva Filho (aquele que em 09 de Dezembro, a mando de Arruda, massacrou com cavalaria e muita violência 5mil cidadãos que protestavam em frente ao Palácio Buriti) foi de repressão violenta, cacetadas para todo lado, gás de pimenta, socos e pontapés. 20 pessoas ficaram feridas, 8 tiveram que ser atendidas em hospitais, 2 policias se feriram, 6 pessoas foram presas. Eu fui o segundo a ser preso.
Quando prenderam o primeiro companheiro, eu era um dos que gritavam para soltá-lo, e gritei bem forte várias vezes “Vocês têm que prender os filhos da puta que estão aí dentro votando em nosso nome”. No meio do caos, muita confusão, um tenente já conhecido meu de outros protestos, olhou no meu olho enfurecido e disse que prenderia a mim. Eu disse “Prende então, não estou fazendo nada”. Fui preso por desacato a autoridade.
A PM estava enfurecida, mas fui conduzido primeiro para a 2º DP, onde já encontrei rapidamente com o advogado do Movimento Fora Arruda e Toda Máfia, que me orientou a ficar em silêncio até a chegada dele na DRPI, para onde eu estava sendo transferido, pois era um direito constitucional meu. Fiquei 30 minutos na viatura, sem sofrer qualquer violência dos Policiais Militares. Chegando na DRPI, ainda sozinho, na presença apenas dos 3 policiais militares e 3 policiais civis, sentei-me no banco e aguardei, então começou a tortura moral. O policial civil agente Barcelar, que me torturou fisicamente momentos adiante, iniciou o dialogo com os policias militares dizendo que esses baderneiros deviam ser todos viados, porque ao invés de estarem em casa fudendo uma mulher, estavam nas ruas protestando, e aí seguiram-se as ofensas verbais, eu, calado.
Num dado momento o agente Barcelar me perguntou se minha identidade era do Distrito Federal, eu disse que era de Minas Gerais, aí, mais ofensas “O que você tá fazendo aqui seu merda? Você nem de Brasília é seu bosta e tá protestando, puta que pariu, etc”. Em seguida perguntou meu nome para puxar minha ficha, eu disse “Só vou falar quando meu advogado chegar” isso foi o suficiente para dar início a tortura.
O agente Barcelar, (ex-carcereiro por mais de 15 anos, agora trabalhando no “Administrativo”) após a minha simples frase de que estava aguardando meu advogado, deu a volta no balcão de atendimento, foi até a cadeira em que eu permanecia sentado, me pegou pela camisa me jogando com violência no chão, rasgando toda a lateral da camisa, e já iniciando uma série de murros na cabeça, chute, e me arrastando pelos cabelos junto a outro agente da polícia civil, que eu não soube identificar posteriormente porque eu estava no chão, e as duas mãos do agente Barcelar a a mão do outro agente me arrastaram pelos cabelos, pelos corredores da DRPI, até chegar na cela, onde, por estar sendo arrastado lesionei a coluna na barra de ferro do chão da cela.
O agente bateu a porta da cela e disse que eu era um merda e que iria apanhar mais.
10 minutos depois o advogado e minha namorada chegaram, de dentro da cela eu escutava o agente Barcelar dizer que eu tinha me jogado no chão, de lá da cela eu gritava que tinha sido espancado. Quando o advogado chegou diante da cela, lhe disse que fui espancado, o agente chegou a admitir na frente do advogado, dizendo que me puxou pelos cabelos porque eu não quis fornecer os dados que me solicitou. Mais adiante, conforme mais pessoas chegaram, o agente passou a dizer que nada aconteceu, que eu estava com a camisa rasgada e com visíveis marcas de agressão porque me joguei no chão.
Depois, fui conduzido enjaulado em uma viatura da Polícia Civil até o Instituto Médico Legal, onde foram constatadas todas as agressões que sofri na DRPI. O mesmo agente Barcelar tomou meu depoimento e se negou a colocar no inquérito as agressões que sofri, colocando a si próprio como vitima, me acusando de ter resistido a prestar informações.
Eis o Estado de Direito, onde Parlamentares corruptos nunca vão, e quando vão, nunca permanecem presos. Eis o Estado de Direito, onde você vai preso por desacato por protestar, e quando chega sozinho na Delegacia de Polícia, é ofendido verbalmente e em seguida espancado covardemente na presença de 6 polícias.
Parabéns Brasília? 50 anos de Quê?
*Diogo Ramalho é estudante de Letras Espanhol da Universidade de Brasília; membro do Movimento Fora Arruda e Toda Máfia; coordenador executivo e editor político do Jornal O MIRACULOSO.
Fonte: marciolacerdaPB Blog em 4/19/2010 04:04:00 PM
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